terça-feira, 15 de julho de 2008



Quantas vezes questionámos o que queremos.


Quantas vezes perdemos o que queremos porque, apenas, chega tarde de mais...


Era preferível que nunca chegasse.


Victor Hugo dizia que passamos metade da vida à espera daqueles que amamos e a outra metade a deixar os que amamos.


Será mesmo assim?









Every Breath You Take - Sting

9 comentários:

mtheman disse...

esse victor hugo sempre me pareceu um exagerado :P

NI disse...

Concordo contigo.

Se bem que os miseráveis não têm nada de exagerado.

E hoje? Sentes-te mais velho ou nem por isso?

:-))

mtheman disse...

por acaso não :) vamos lá a ver nos próximos dias ehehehe

Sadeek disse...

Claro que vale a pena...mesmo que chegue fora de horas!!! Essa é a minha ideia...embora eu nunca esteja à espera de muita coisa... ;)

Enfim...Ni...o Victor Hugo percebe é de domar tigres e fazer dinheiro no natal com o raio do circo porque de assuntos de coração...zero... ;)

BEIJOOOOOOOOOOOOOOOOO

NI disse...

Sadeek, não sei se vale a pena quando vem tarde de mais.

Uma situação dessas só fará sofrer. De qualquer forma, deste-me uma ideia para um próximo inquérito.

:-))

Beijos (hoje especiais porque não é todos os dias que se fazem 30 aninhos)

O pensador disse...

Passamos metade da vida à espera daqueles que amamos?

Eh pá, seja lá o que for que o Victor Hugo tivesse intenções de dizer, estou seguro que devia ser algo importante!

Talvez ele tenha escrito esta frase quando ainda andava muito absorvido pelos miseráveis...

:-)

Victor Cardoso disse...

Na realidade mais de metade da nossa vida é passada.......a dormir.
Sinceramente nessa metade não me lembro de andar à procura de ninguém...

O pensador disse...

Victor, eu lembro-me de sonhar que brincava ás escondidas com a Angelina Jolie e que desesperei (muito por causa da minha ansiedade) de andar a procura dela...mas não sei se isso conta?

:-)

NI disse...

Pensador e Victor, desisto de vos responder.

:-)

Mensagens

Arquivo do blogue


Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso