quarta-feira, 23 de março de 2011

Síntese das últimas 24 horas...


Para gáudio de muitos (com S. Excelência, o Senhor Presidente da República, à cabeça), o Governo está em gestão. Agora, é só esperar por novas eleições e gastar uns milhões de euros valentes com subvenções para os partidos políticos e uns milhões ainda mais valentes para pagar indemnizações aos dirigentes e afins que não terminam as respectivas comissões de serviço (também conhecidos por boys do PS), dado que serão substituidos por outros dirigentes e afins (também conhecidos como boys do PSD).


Para gáudio de outros, o Tribunal deu razão ao Carlos Queiróz que vai receber uma bela indemnização (são mais uns "milhõezitos de euros"), e falta saber o que vai acontecer aos médicos que deram início a um processo milionário.


Ainda, para gáudio de outros (aqueles que se aproveitam do desporto, como o futebol, para descarregar as frustrações diárias), o clima para o jogo entre Benfica e F.C. do Porto está "quentinho".


Para desgraça de outros, a crise vai aumentar.


E ainda se queixam que no nosso País é um marasmo...


Ainda pensei colocar uma música popular portuguesa para comemorar todos estes acontecimentos.

Mas foram emoções a mais!

Apreciem este música...






Nota 1 - E nas últimas 24 horas desaparece um Senhor (com quem tive o privilégio de aprender quando entrei para a rádio. Se hoje sei colocar a voz, devo a ele. Uma pessoa que valia a pena conhecer e ouvir. Artur Agostinho).

Nota 2 - E, também nas últimas 24 horas, desaparece o segundo elemento do par que me prendeu horas e horas em frente da televisão, tantas foram as vezes que vi um dos meus filmes preferidos - "Gata em telhado de zinco quente" -. Depois de Paul Newman, foi a vez de Elizabeth Taylor.

5 comentários:

Miguel disse...

Querida Ni,

Qualquer coisa que nos vá custar esta "crise" é sempre mais barato que manter este personagem a governar-se...

É lamentável mas é assim...

NI disse...

Miguel, estaria de acordo contigo se confiasse no indivíduo que se segue e seus parceiros. O problema é que ainda confio menos neles.

Mas, para bem de todos, espero estar enganada. E não tenho qualquer problema em assumir o erro.

Miguel disse...

Ainda está para nascer um gajo mais cara-de-pau, sem vergonha, desonesto, mentiroso, incompetente e mais uma serie de adjectivos que não tenho paciência para enumerar, que o Socas!

Eu também não gosto do Coelho.
Mas parece-me ter mais bom senso.
Mas não vou votar nele.

A solução não está nas mãos do PSD nem do PS que foram quem nos arrastou para aqui ao longo destes anos...

NI disse...

Mas olha que também não está nos outros partidos.

A minha intenção de voto vai para o mesmo partido em que votei nas últimas eleições. Mas vai ser interessante ler os programas eleitorais que cada partido vai apresentar quando o FMI entrar por aí dentro.

Se o meu pai não tivesse morrido a lutar pela liberdade que hoje em dia tantos desprezam, nem ia votar.

Mas, e para concluir, mantenho uma opinião que venho a defender há mais de 10 anos e que na altura me valeu muitas críticas: temos os políticos que merecemos.

Miguel disse...

Não me quero alongar muito sobre este tema...

Temos o país que a maioria das pessoas que podem votar merecem. Eu não mereço um gajo como o Socas e acredito que muita gente não merece. Mas a maioria votou nele... Pena não poderem ser só esses a sofrer a crise...

Eu não acredito em partidos.
Nunca acreditei e, por isso, não tenho partido. Sou do Sporting e isso já devia chegar quanto a sofrimento... Eu acho que quem faz a diferença são as pessoas. Os grandes estadistas/politicos aparecem independentemente de derem do partido A ou B.

Eu gosto, muito até - sou quase um fanatico - de coerência e há poucos politicos coerentes. Dizem uma coisa hoje, desdizem-se já amanhã com um à vontade que é arrepiante. Todos podemos mudar de opinião mas quem muda de opinião constantemente simplesmente não tem opinião...

Eu voto no unico coerente, ou no mais coerente, que vejo por aí...

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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso