domingo, 14 de junho de 2009

Pensar que não pensei...




Eis a frase que resume esta semana de férias.

Apesar de atacada pelas minhas inseparáveis amigas insónias, deu para ler, ouvir música e, acima de tudo, não pensar.

Não pensar nos problemas, no trabalho, na família, nos amigos, nas perdas dos últimos meses e, sobretudo, em mim mesma.

Limitei-me a pensar em não pensar! 

Há quem defenda que pensar em não pensar nada mais é do que meditar mas eu prefiro chamar de regresso à inocência, onde as ilusões não existem para desiludir...




8 comentários:

Eu Mesma! disse...

Eu adoro essas férias...
o não pensar!

Cristina disse...

Não pensar ajuda a tranquilizar e a descansar a mente... temos muitas mais alturas em que os pensamentos ocupam a maior parte do dia!!

(estou feliz, amiga... e adorava puder dar-te um bocadinho que fosse)

Um beijão

PS.: está quase a fazer um ano que foi o jantar maravilha... lembras-te?!

Gugui disse...

Welcome back Ni!

Com ou sem pensamentos, espero que tenha dado para recarregares baterias ;-)

Bjo gde :)

Abobrinha disse...

É mesmo muito bom de vez em quando parar e não pensar em nada!

Benvinda de volta!

NI disse...

Eu Mesma, apesar de algo solitária, foi algo diferente.

Cristina, sabes que fico imensamente feliz por ti :-) Quanto ao jantar, não me esqueço das coisas que para mim são importantes :-)

Gugui, obrigado. Espero que já estejas completamente restabelecida.

Abobrinha, foi uma sensação esquisita. Obrigada.

Beijos a todos

VCosta disse...

Comer, beber, fumar, dormir...

PAULO LONTRO disse...

Um dia enviaram-me este texto:
Diz a vizinha para outra;
- Estou muito contente com o meu filho, finalmente arranjou uma ocupação.
- Que bom!
- Pois é amiga, já estava cansada de o ver sem fazer alguma coisa.
- E o que faz ele amiga?
- Olhe, agora ele dedicou-se à Meditação!

NI disse...

VCosta, tira o comer.

Paulo, eu já sabia que não era uma miúda preguiçosa, ahahahahahah

Beijos aos dois

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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso