terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ciúme...




O tema que abre hoje o blogue não é despropositado.

Detesto sentir-me vulnerável.

A minha vulnerabilidade surge quando sinto que os princípios em que acredito são afectados.

Posto isto,

Não sou uma pessoa ciumenta.

Aliás, nunca fiz uma cena de ciúmes.

Há quem diga que só tem ciúmes quem ama. A ser assim, nunca amei.

Mas defendo outra perspectiva.

A perspectiva da confiança. Quando se confia não há lugar ao ciúme.

O problema é quando a confiança é seriamente abalada.

E vocês, meus amigos, são ciumentos?

13 comentários:

Tentativas Poemáticas disse...

Olá, NI

Descobri o seu blogue. Lindo !

FLOR

Chora o mundo vegetal
Quando se colhe uma flor
Disse ser p'ro meu amor
Ninguém chorou afinal

Parabéns pelo seu trabalho.
António

Lança em África disse...

Nem de propósito, “bolas”!
Às vezes parece que o Universo conspira na mesma direcção em todo lado!

Ontem, em conversa com uma pessoa MUITO especial na minha vida, foi-me dito que a minha forma de ser “desprendida”, gera um sentimento de insegurança a quem está ao meu lado.

Aliás, essa acaba por ser a principal razão para não estarmos juntos… :s

Sobre a tua questão em concreto, sou, apesar de não o demonstrar.

Acho que é normal e saudável numa relação, desde que em doses “certas” e em consonância com a confiança no parceiro!

Se assim não for, "saio do filme na hora"! ;)

Cristina disse...

A verdade é que, sou um bocadinho. Mas "sofro" daquele ciumezinho que não faz mal a ninguém.

Não faço cenas, nem nunca fiz. Nem sequer peço satisfações, mas fico-me a roer por dentro. E depois... quando me apercebo que é estúpido sentir isso, passa-me!

Djinn disse...

Pois sou um bocadinho, mas parte disso reside na minha própria insegurança, mas não demonstro, aí junto-me à Cristina...

Tinta Permanente disse...

Que tipo de ciúme ?
O ciúme pode nascer numa pessoa se o companheiro(a) revelar um comportamento promíscuo. E disso, é curioso, ninguém mencionou...

NI disse...

Tentativas poéticas, obrigado e bem vindo a este cantinho.

Lança, entendo a tua postura. Só não concordo quando dizes que tem a ver com a confiança que se tem no parceiro. É que numa relação a dois, ou se tem ou não se tem. E quando a confiança é, de alguma forma beliscada, não se coloca o problema do ciúme. Coloca-se o problema da própria sobrevivência da relação. Mas esta é a minha opinião.

Cristina e Djinn, provavelmente a minha postura aproxima-se bastante da vossa. Eu é que ainda não me apercebi, eheheheheh.

Tinta, é necessário que o companheiro tenha um comportamento promíscuo para existir ciúme. Provavelmente ninguém mencionou isso porque não será necessário chegar a tanto.

Beijos a todos

Requiem disse...

Eu sou tão ciumento, tão ciumento...

OK, não sou :)

NI disse...

Pois, és peixes como eu. Como é que querias ser ciumento?

:-)

Djinn disse...

Desculpem-me a franqueza, mas em determinadas circunstâncias todas as pessoas têm uma ponta de ciúme, só manifestam esse ciúme de forma diferente.
Total inexistência de ciúmes, não acredito :)

NI disse...

Djinn, admito que sim mas quem me conhece sabe que não sou, de facto, ciumenta. Poderei é ficar magoada com algumas atitudes e ter que tomar algumas posições mas eu também sou crente, ahahahahahah

Anónimo disse...

Mea culpa, mea culpa! Assumo que sou ciumenta!
E acho que todos o serão. Uns com mais, outros com menos intensidade!
Considero que os meus ciumes são "sadios", perfeitamente controlados e nada têm a ver com falta de confiança no parceiro!
A forma que encontro para controlar a minha ciumeira é reconhecê-la prontamente perante o parceiro quando surgem "adversiaddes".
beijito
pinxexa

sessaoexperimental disse...

Sou ciumento...mas controlo o ciume, não faço cenas, mas gosto das coisas esclarecidas....ehehhe ;)

bj

NI disse...

Sessão, eu apesar de dizer que não sou ciumenta também gosto de ver as coisas esclarecidas, e logo, eheheheh.

Beijos

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