quarta-feira, 7 de março de 2018

Sabem o que é bom?



Bom, mesmo bom?

É sair do trabalho às 8 horas da noite completamente estourada, ir ao médico e chegar a casa por volta das 10 horas da noite e... ver que tinham assaltado a casa.

Tudo o que puderam roubar, levaram.

Mas, mais do que perder bens, (alguns deles com um enorme valor sentimental pois eram recordações dos meus pais), foi ver a minha intimidade violada, com as minhas roupas espalhadas pelo chão.

Nem sequer pude dormir na minha cama porque a polícia detectou indícios e tinham que ser preservados até esta manhã a fim da equipa pericial recolher os mesmos. 

O maridão ficou em casa a acompanhá-los.

Eu? Vim trabalhar. Não tenho coragem suficiente para ver as imagens de ontem. Nem sei como vou encarar quando chegar esta noite a casa.



7 comentários:

noname disse...

Caramba, que situação...
Quando aquilo que julgamos ser o reduto do sossego e segurança é violado, a coisa não fica fácil, com certeza.

Bom dia

Rui disse...

:((( Coisa horrível, Ni ! :(((
Imagino bem a sensação :(( ... O que dizer mais numa situação destas ?...

:((

AFRODITE disse...

Só me ocorre dizer uma palavra: f#d@-&€.

:((((

cantinho disse...

Das coisas que mais me preocupa: a intimidade violada.
Um abraço deste lado, Ni.

Francisco o Pensador disse...

Credo! Só soube agora e fiquei todo arrepiado!
É como dizes, temos sempre a ideia reconfortante de que a nossa casa é o nosso porto de abrigo, a nossa fortaleza, a nossa segurança, mas depois vemos a nossa intimidade ser invadida e fica uma sensação de insegurança muito grande que muitas vezes é difícil de curar. Nina, desejo-te muita força e possas esquecer rapidamente as marcas deste infeliz episódio.

Recebe um grande abraço, um beijo e muito carinho deste teu amigo. :)

Janita disse...

Que coisa horrível, NI! Tomara que prendam esses meliantes.

Já aconteceu aqui há uns anos atrás com a minha filha, também ela disse o mesmo, saber que mãos nojentas andaram a revirar as suas gavetas e roupas íntimas, se sentia violada e ultrajada.

Depois disso reforçaram as medidas de segurança no prédio, uma delas foi terem a porta da rua sempre fechada à chave. Mas demorou tempo até que ela se recompusesse. Um horror, mesmo.

Um grande beijinho e todo o meu apoio e carinho.

Flor de Jasmim disse...

Não tenho palavras de ânimo, porque penso que não existem!
Forte abraço

Adélia

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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso