quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O que a vida me ensinou...


Imagem da net
 
 
 
Ou melhor, o que nunca entenderei.
 
Como é possível odiar alguém que se amou.
 
Manifesto a minha total inépcia para odiar alguém. Muito menos alguém que foi importante na minha vida.
 
É óbvio que já tive que "cortar relações" com pessoas que fizeram parte da minha vida. E as razões pouco importam. Bastará dizer que umas magoaram mais do que outras.
 
Mas sempre que tive que tomar uma decisão dessa natureza optei por dizer adeus e avançar. Cada um seguir a sua própria vida. Porque a vida é feita de escolhas. E se alguém assume uma postura que sabe que vai magoar outra tem que saber arcar com as responsabilidades de tal atitude. Mesmo que tal signifique o "adeus". A indiferença. Porque a indiferença tem muito mais poder que o ódio.
 
Mas fiz sempre questão de guardar as memórias que me fizeram sentir feliz, segura, querida, amada. É  a minha forma de respeitar uma relação que foi importante. Porque odiar tira-nos as forças. Não enriquece a nossa vida enquanto seres humanos.
 
 
Porque, tal como diz Voltaire:
 
" É duro odiar os que se gostaria de amar "


E a música é esta (só podia).


2 comentários:

Quase nos "entas" disse...

Concordo!!
de alguma forma enriqueceram as nossas vidas numa altura....porquê odiar??
;)

AFRODITE disse...

Como? Sei lá... talvez depois de ter sofrido tanto por causa de um amor, tanto ao ponto da intensidade dessa dor reverter um sentimento no oposto.

Dizem que o sentimento mais próximo do amor é o ódio. "Dizem"... porque eu nunca consegui confirmar isso na prática.

Aliás, nunca experimentei esse sentimento tão frio e doloroso, dele apenas tenho a concepção da ideia.
Raiva? Sim, raiva já senti... mas ódio nunca.


Beijinho com amizade
(^^)

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