sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Amor é...





"Devemos desconfiar do amor que nasce antes de criar raízes:

o fogo incipiente apaga-se com pouca água."

Ovídio

Porque o amor é algo tranquilo, sereno e ao mesmo tempo forte e sólido, que não depende do humor nem do desejo e não está sujeito a chuvas e trovoadas, que sobrevive à rotina, à convivência, às crises financeiras, aos problemas materiais, físicos, familiares, de trabalho.
 
Porque o amor é admirar, conviver, conhecer, partilhar, participar, dividir e aceitar.
 
Porque o amor é respeitar e ser respeitado.
 
Porque o amor é leal.

Mas o amor, inevitávelmente, tem que ser vivido a dois e só é possível quando os dois querem e desejam.

Mas nunca entenderei aqueles que o desperdiçam de forma tão displicente...


Corria o ano de 1980 quando apareceu nos cinemas um dos filmes que marcou a juventude de então. Os rapazes ficaram doidos com a Sophie Marceau. As raparigas com a voz de Richard Sanderson.

O filme era francês. O título? "La Boum". A música? "Reality"

Quem da minha geração não dançou bem agarradinha(o) este tema?




Tenham um grande fim-de-semana e tentem ser felizes...

 

7 comentários:

Miguel disse...

lembro-me do titulo do filme mas não me lembro de mais nada. E não,não dancei agarradinho com essa musica lamechas...

Mas gosto bastante do resto do post. Concordo plenamente e partilho cada meia letra!

bj e bom fds!

Eu Mesma! disse...

Vou tentar :)

Bom fim semana

NI disse...

Miguel, sempre fui muito lamechas na escolha da música :)

E não é a primeira vez que estamos de acordo .

Eu Mesma, acho bem... :)

Bjs

Miguel disse...

Nem será a ultima, Ni!

bj

NI disse...

Miguel, sei que não.

Beijo

Francisco o Pensador disse...

Bem, eu confesso que já estive bem agarradinho ao som desta música, mas ao contrário do que seria de supôr, a verdade é que não teve nada a ver com dança...

:))

NI disse...

Tudo é possível..

Mensagens

Arquivo do blogue


Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso