segunda-feira, 23 de julho de 2007

Documentário - Darfur Genocídio



O Governo do Sudão fechou o Darfur aos investigadores no início de 2003. Mas no início de 2004, o realizador londrino Philip Cox, entrou na região central da violência ao atravessar a fronteiro do Chad. As Nalções Unidas estimam que as pessoas afectadas no Darfur e na região Este de Chad são cerca de 4 milhões.
Ajuda a parar o genocídio no Darfur!






















sexta-feira, 20 de julho de 2007

Violência Contra as Mulheres - Parte 3








http://web.amnesty.org/actforwomen/index-eng

http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=44&Itemid=99


Relatório da AMNISTIA INTERNACIONAL sobre a violência doméstica em Portugal:
24-Jan-2007
«Mulheres (In)Visíveis»


«A AI Portugal lançou no dia 2 de Outubro de 2006, o Relatório «Mulheres (In)Visíveis», integrado na Campanha Internacional “Acabar com a Violência Sobre as Mulheres”, e que procurou recolher os dados nacionais disponíveis sobre as violações dos direitos humanos das mulheres em Portugal.
Esta pesquisa coloca o problema da violência doméstica como o mais grave e persistente crime silencioso a que as mulheres estão sujeitas, na medida em que se tomou consciência que os dados apresentados são apenas a ponta do iceberg. Como tal a AI considera inadiável alertar, investigar, e cooperar no âmbito deste fenómeno.
Com este relatório a AI Portugal lança as suas bases de trabalho no contexto do combate à violência doméstica, iniciando assim um projecto que visa dar um contributo para a erradicação deste problema.Esta investigação permitiu perceber que:


1. Tem sido desenvolvidos esforços no sentido de providenciar formação adequada por parte dos órgãos policiais, em parceria com ONGs que lidam com estes problemas, para um mais eficaz acompanhamento das vitimas;


2. Existe uma grande dificuldade em obter dados concretos no que diz respeito à quantidade de casas-abrigo em funcionamento no país. No entanto, é apontado frequentemente pelas entidades/organizações que lidam com este assunto, a inexistência de um número suficiente para fazer face aos casos de violência doméstica, assim como uma lacuna na abrangência do total do território nacional. Além disso, a gestão e os critérios de aceitação das vítimas são pouco claros, na medida em que não são comuns;


3. Os casos totais divulgados aumentaram de 2004 para 2005. No entanto este aumento pode não reflectir o aumento de casos de facto, mas a sensibilização da sociedade em geral e a possibilidade de qualquer pessoa poder fazer uma queixa desta natureza, visto ter passado a ser considerado crime público;


4. O grau de parentesco entre a vítima/agressor é maioritariamente o de cônjuge – 57% a 87% dos casos verificados;


5. Os distritos que apresentam maiores ocorrências são Lisboa e Porto, o que pode significar não uma maior incidência nestes distritos, mas uma maior sensibilização e/ou informação das populações;


6. Os crimes mais frequentes são a Ofensa à Integridade Física e os Maus-Tratos Psicológicos;


7. Pela análise das estatísticas divulgadas pelas autoridades, verifica-se que em média, em 10% dos casos de violência doméstica, são utilizadas armas de vários tipos, incluindo armas de fogo.


8. A forma mais recorrente na violência doméstica é a violência física de facto, com o uso de murros e pontapés. A coacção, as ameaças e a difamação são também preocupantemente recorrentes;


9. As mulheres vítimas de violência continuam a dirigir-se mais frequentemente a ONG’s, do que a apresentar queixa oficial nos órgãos policiais.»


Violência contra as mulheres - Parte 2



Isso da "violência contra as mulheres" é fruto da democracia!
Qualquer pessoa sabe que no tempo de Salazar,nunca nenhuma mulher se queixava de ser violentada!!!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Procura-se Parideiras!



Portugal com menos 4.100 bebés em 2006

Em 2006, nasceram em Portugal menos 4.100 bebés que no ano anterior, números que colocam as taxas de natalidade e fecundidade aos níveis mais baixos desde que há registos, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística.

De acordo com os dados, divulgados pelo jornal Público a propósito do Dia Mundial da População, que hoje se assinala, no ano passado nasceram em Portugal 105.351 bebés, menos 4.106 do que em 2005, tendo o número médio de filhos por mulher caído de 1,41 para 1,36.

Segundo o INE, o período entre 1987 e 2006 caracteriza-se por um decréscimo da taxa de natalidade (número de nados-vivos por mil habitantes) de 12,2 para 10, por um adiamento da maternidade e pelo declínio da fertilidade. Se no início do período em análise os valores mais elevados das taxas de fecundidade se verificavam nos grupos etários 20-24 e 25-29 anos, nos dois últimos anos é no grupo dos 30-34 anos que esta taxa é mais expressiva.

Com o número médio de filhos a situar-se nos 1,36, Portugal afasta-se mais da média europeia que em 2005 era de 1,52 filhos por mulher fértil.

Por outro lado, estes valores aproximam, segundo o Público, Portugal do cenário mais pessimista traçado pelo INE de que em 2050 o país terá perdido um quarto da sua população, passando para 7,5 milhões de pessoas.


..Entretanto,algures em Portugal,temos o nosso presidente da républica a pedir a atenção, para a necessidade de se "pensar seriamente sobre as políticas de natalidade, de protecção das crianças, de valorização dos jovens e de qualificação dos activos".

Parece que finalmente eles descobriram que os portugueses já não são os analfabetos dos tempos da "velha senhora"!
Hoje os portugueses já não querem ser os "coitadinhos com 20 filhos e 50 panelas em casa e os bolsos rotos..."

Mas o que está a preocupar os "cavacos" e os amigos d'ele,é que daqui a poucos anos não vai haver ninguém a descontar para a segurança social e pagar as 5,6 ou 10 Reformas que eles vão arranjar para eles e para os seus descendentes (os filhos e sobrinhos dos Cavacos & Companhia...)

O Ditado já é antigo:"A primeira toda a gente cai,a segunda só cai quem quer e a terceira só cai quem é burro!"

O povo pelo vistos não quer ser burro...

The Power of One - O Poder de Um

http://www.oneearth.org/

Vídeo da http://www.oneearth.org/ onde podemos ver exemplos de pessoas que conseguiram fazer a diferença, lutando pelos seus ideais.

O Poder de Uma Assinatura

http://www.amnistia-internacional.pt/

Vídeo da Amnistia Internacional sobre o poder social e humanitário da Assinatura.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Thiago de Mello - Os Estatutos do Homem

Os Estatutos do Homem

(Ato Institucional Permanente)
A Carlos Heitor Cony


Artigo I
Fica decretado que agora vale a verdade. Agora vale a vida, e de mãos dadas, marcharemos todos pela vida verdadeira.
Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo.
Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra; e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a esperança.
Artigo IV
Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem. Que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu.
Parágrafo único:
O homem, confiará no homem como um menino confia em outro menino.
Artigo V
Fica decretado que os homens estão livres do jugo da mentira. Nunca mais será preciso usar a couraça do silêncio nem a armadura de palavras. O homem se sentará à mesa com seu olhar limpo porque a verdade passará a ser servida antes da sobremesa.
Artigo VI
Fica estabelecida, durante dez séculos, a prática sonhada pelo profeta Isaías, e o lobo e o cordeiro pastarão juntos e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.
Artigo VII
Por decreto irrevogável fica estabelecido o reinado permanente da justiça e da claridade, e a alegria será uma bandeira generosa para sempre desfraldada na alma do povo.
Artigo VIII
Fica decretado que a maior dor sempre foi e será sempre não poder dar-se amor a quem se ama e saber que é a água que dá à planta o milagre da flor.
Artigo IX
Fica permitido que o pão de cada dia tenha no homem o sinal de seu suor. Mas que sobretudo tenha sempre o quente sabor da ternura.
Artigo X
Fica permitido a qualquer pessoa, qualquer hora da vida, uso do traje branco.
Artigo XI
Fica decretado, por definição, que o homem é um animal que ama e que por isso é belo, muito mais belo que a estrela da manhã.
Artigo XII
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na lapela.
Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida: amar sem amor.
Artigo XIII
Fica decretado que o dinheiro não poderá nunca mais comprar o sol das manhãs vindouras. Expulso do grande baú do medo, o dinheiro se transformará em uma espada fraternal para defender o direito de cantar e a festa do dia que chegou.
Artigo Final
Fica proibido o uso da palavra liberdade, a qual será suprimida dos dicionários e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante a liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada será sempre o coração do homem.

Ainda sobre as pessoas deficientes...



Hoje aconteceu-me um épisódio muito divertido.
Dirigi-me novamente ao meu Hipermercado habitual e deparo-me novamente com a situação caricata,que é ver carros estacionados nos lugares das pessoas deficientes motoras!
A diferença é que em vez de um veiculo só ,a occupar os dois lugares,eram 2 veiculos!
Só que desta vez,já tinha algo em mente...
Primeiro,verifiquei se algum carro pertencia de facto a alguma pessoa com as caracteristicas que o lugar occupado exigia e depois,quando vi que a deficiência delas era só da cabeça...não perdi tempo e estacionei o meu carro mesmo a frente deles para que nenhum dos dois conseguissem sair,já que tinham uma parede na frente!
Depois fui as compras e foi um fartar de ouvir nos microfones do hipermercado,a senhora da recepção a chamar pelo condutor do meu veiculo!
Eram poucas compras,mas tive a gentileza de demorar o dobro do tempo que precisava..
Quando voltei,era um verdadeiro drama!
Duas mulheres (a coincidência assim o quis..)esperavam enervadas até mais não,diante dos seus veiculos.
Quando meti as compras na mala,estava a ver que ia ser comido vivo!
Sabe o que fez? Onde tirou a carta? Passou com gorgeta,não é?etc..etc..
Então respondi com extrema simpatia e cinismo...
"Minhas senhoras,quem são vocês para me darem lições de moral? Vocês são deficientes? Da mesma forma que vocês faltaram ao respeito aos deficientes,occupando lugares reservados aos mesmos...eu também desprezei a vossa presença!
Para serem respeitadas,tendes que saber respeitar primeiro!"
E virei as costas..
Enquanto punha o carro a trabalhar ainda pude ouvir a mulher para o vigilante:
"Olha que insolente!...Não vai apontar a matricula e chamar a policia?"
Disse o vigilante:
"Não chamei a policia por vossa causa e vou chamar por causa d'ele?"

Meus Senhores e minhas senhoras....SENTI-ME UM REI!!!!!

quarta-feira, 11 de julho de 2007

MUDANÇA NO BLOG

Caros Amigos:

Como constatam, tomei a liberdade de proceder a algumas alterações na imagem do Blog.

Como estamos no Verão colocaram-se cores mais suaves.

Espero que gostem mas são vocês que têm a última palavra.

Abraços Amigos

segunda-feira, 9 de julho de 2007

An Inconvenient Truth

Peço desculpa pelo inconveniente, mas tive de retirar o slide show para edição.

sábado, 7 de julho de 2007

Bom Fim-de-Semana!!


Peço desculpa pelo inconveniente, mas tive de retirar o slide show para edição.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

Caros Amigos:

Trago hoje um tema que me é muito caro.

Sem qualquer outro comentário, aguardando pelos vossos, tomo a liberdade de colocar aqui uma notícia do Jornal "O Público", on line.

"Trinta e nove mulheres morreram vítimas de violência doméstica em 2006 05.07.2007 - 16h36 Lusa

Trinta e nove mulheres portuguesas foram mortas em 2006 pelos seus maridos ou companheiros e 43 ficaram gravemente feridas, segundo um estudo apresentado hoje, em Lisboa, pela presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.O documento foi divulgado durante um seminário do Conselho da Europa, a decorrer em Lisboa, que abordará a recolha de dados como um requisito para políticas eficazes de combate à violência contra as mulheres.Este é o terceiro de cinco seminários integrados na campanha do Conselho da Europa para combater a violência contra as mulheres lançada em Novembro, em Madrid.Arménia, Chipre, Geórgia, Itália, Malta, São Marino, Eslováquia e Ucrânia foram os países convidados para participar no encontro. Ocorrências registadas quase duplicaram
a presidente da Comissão para a Igualdade, Elza Pais, nos últimos seis anos (entre 2000 e 2006), o número de ocorrências de violência doméstica registadas pelas forças de segurança quase duplicou, passando de 11.162 para 20.595.Para os peritos, este indicador não deverá corresponder a um aumento da violência mas a uma maior visibilidade do fenómeno, levando assim ao crescimento das denúncias.Os dados hoje revelados indicam que 87 por cento das vítimas de violência doméstica em 2006 eram do sexo feminino e 13 por cento do sexo masculino.212 condenações no ano passadoAinda no âmbito do homicídio conjugal (que representa 16,4 por cento do homicídio geral), o documento revela que em 2006 foram condenadas a cumprir pena de prisão 212 pessoas com idades entre os 21 e os 51 anos, de nacionalidade portuguesa.
Elza Pais, diversos estudos internacionais sugerem que muitas das mortes de mulheres são cometidas em contactos de violência conjugal.Pesquisas feitas na Austrália, Canadá, Israel, África do Sul e Estados Unidos demonstram que entre 40 e 70 por cento das mulheres assassinadas anualmente foram mortas pelos maridos ou namorados em contextos de violência conjugal.Nos E.U.A, por exemplo, aproximadamente um em cada três homicídios de mulheres são de natureza conjugal, enquanto no Reino Unido 120 mulheres são mortas por ano pelo cônjuge ou companheiro.Em Espanha, cem mulheres são mortas pelos seus actuais ou ex-companheiros em cada ano, estimando-se que, por semana, uma mulher espanhola morra nas mãos do seu companheiro.
Portugal no bom caminho
Em muitos países as "questões de honra" contribuem também para a morte de muitas mulheres e em diversas sociedades a "honra" de um homem está directamente relacionada com "a pureza" da mulher da família.
No encontro de hoje, Mendes Bota, vice-presidente do Comité para a Igualdade entre Mulheres e Homens da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, revelou que pelo menos 80 milhões de mulheres dos países da comunidade europeia já sofreram de violência doméstica.Segundo Mendes Bota, Portugal tem feito um percurso exemplar no combate e prevenção do problema, mas ainda não foi suficiente para travar o número de mortes anuais"

quarta-feira, 4 de julho de 2007

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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso