sábado, 29 de dezembro de 2018

Pensamento do dia...


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"Tu percebes que os anos passaram, 
quando chega o Natal e não desejas prendas, 
mas sim pessoas"


Aproveitem o último fim-de-semana de 2018 da melhor forma. De preferência, rodeados por quem mais amam.

E a música só podia ser esta.





domingo, 23 de dezembro de 2018



Como é fácil de constatar, tenho estado ausente.  Mas, e apesar da dificuldade que tenho em colocar por palavras o que sinto,  não podia, de forma alguma, deixar passar esta época sem dizer nada.

O Natal sempre teve bastante significado para mim. Era aquele momento mágico em que nos sentimos verdadeiramente felizes. Aquele momento em que todos aqueles que amámos estão à nossa volta: família e amigos.

Nos últimos anos o meu Natal não tem tido aquele momento mágico. 

Daí que a única mensagem que vos posso deixar é a de que aproveitem, da melhor forma, o facto de terem a vossa família e os vossos amigos ao vosso lado.

Um Feliz Natal.

A música? Não, não é o Chris Rea. 

A música não tem nada a ver com o Natal e...tem tudo a ver...



quarta-feira, 14 de novembro de 2018

O que a vida me ensinou...



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A vida, de quando em vez, coloca-nos desafios que nem sabemos como os conseguimos ultrapassar...

Sempre defendi que são esses desafios que nos demonstra de que fibra somos feitos e que nos ensina a crescer enquanto seres humanos.

Mas a capacidade que temos de ultrapassar as partidas da vida têm um retorno que atinge directamente o coração...endurecendo-o a pouco e pouco..

E, quando damos por nós, ele está de tal forma duro e fechado que deixámos de o ouvir!

Mas desengane-se quem pensa que fechar o coração é garantia para deixar de sentir dor.


E a música só pode ser esta. Tenham uma grande semana.




terça-feira, 16 de outubro de 2018

Esta agora...

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Não fora ser, técnica e materialmente, impossível, eu diria que estava...grávida, tal é a batalha campal hormonal que vai para estes lados.

Vejo uma cena de um filme ou de uma série...choro!

Ouço uma música...choro!

Leio uma notícia...choro!

Estão a ver, não é verdade?

Até as noites do terror no Syfy tentei como cura desta maleita.

Arre! Acho que vou colocar este cérebro debaixo de um jacto de água fria para ver se entra em hipotermia...

A música não tem nada a ver com choro, caso contrário teria que colocar o António Mourão.

A música de hoje é dedicada a um Amigo que ficou um pouco menos jovem (em idade, claro está).



quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Algum dia tinha que ser...



... E foi hoje!


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Resultado: Uma ida ao hospital, umas dores do "caraças" e uma perna "pisada" para um bom par de dias (já para não falar da "vergonha" que todos aqueles que se estatelam no chão, à frente de toda a gente, acabam por sentir).

Nota: A surpresa do médico do seguro quando me queria dar uns dias de baixa e eu respondi que apenas queria qualquer coisa que tirasse o raio das dores.

Posto isto, tenho mesmo que acreditar que esta maré vai passar...




segunda-feira, 1 de outubro de 2018

RIP...



Do Senhor que se segue, foi sempre esta...


"...sans um remords, sans um regret, je partirai
Loin devant moi, sans espoir de retour
Loin des yeaux, loin du coeur,
J'oublierai pour toujours
Et ton corps, et tes bras, et ta voix,
Mon amour..."





quinta-feira, 27 de setembro de 2018

...



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Já pensaram que neste mundo somos assim uma coisinha insignificante?

Certo. Podia dar-me para pior!




segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Sabem o que vos digo?


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Há coisas que eu preferia não saber.

Por vezes, gostaria de estar num casulo a gozar aquela sensação maravilhosa de nos mantermos na ignorância  daquilo que sabemos que nos vai magoar.

É claro que faz parte do crescimento o sofrimento. Mas...


... Como muito bem diz o Rui:

"Mais vale nunca
Nunca mais saber
Mais vale nada
Nunca mais beber
Mais vale nunca mais crescer"


Esta é daquelas músicas que ouço com o volume ao máximo e canto em altos berros (porque nunca tive voz para cantar)...


terça-feira, 18 de setembro de 2018

Pensamento do dia...



"A única amizade que vale é a que nasceu sem razão."
Arthur Schendel

E, acrescento eu, queremos lá saber porque razão somos amigos. Somos! Isso é que é verdadeiramente importante.
A música é esta:


terça-feira, 11 de setembro de 2018

Imaginem...


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Que lutaram para atingir um objectivo anos e anos...

Que colocaram muitas coisas importantes de lado em prol daquele objectivo.

Que empenharam todo o vosso saber, todo o vosso querer para poderem ter direito a atingir aquele objectivo.

Que verteram muitas lágrimas a ultrapassar as constantes pedras que outros fizeram questão de colocar no caminho...

E...finalmente, atingem o objectivo!

E depois?

Na vossa mente é uma verdadeira amálgama de sentimentos: dor pelas perdas, felicidade pelas conquistas, medo e entusiasmo pelo desafio mas, sobretudo, de apatia.

Aquele tipo de apatia que vos faz pensar: "tanta coisa para isto?".

Aquele tipo de apatia que vos faz pensar: "valeu a pena?".

Sim, hoje atingi o tal objectivo.

Hoje partilhei com quem é importante para mim.

Mas esta apatia...




Nota: Este menino tem músicas fabulosas. Experimentem ouvir o tema Shelter.


segunda-feira, 27 de agosto de 2018

...


E porque hoje é daqueles dias em que apenas me quero enroscar num cantinho bem pequenino e deixar-me ficar...


quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Porque hoje me apetece dizer isto...



É muito fácil escapar da dor. Basta fugir da vida!

Vale a pena? Isso, fica ao critério de cada um. Eu cá prefiro ficar nem que seja com uma simples dança...

Mas, sinceramente, este menino diz bem melhor que eu...


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Isto para os homens não interessa nada...


Sim, porque eles fazem questão de deixar bem claro que não são dados a pieguices e afins.

Assim, esta questão é só para as mulheres...

 Sabem aqueles dias em que só nos apetece dizer "Porque raio só acontece a mim?", acompanhado de uma vontade imensa de nos encostarmos a um canto e deixar cair umas lágrimas que, de forma épica, nos recusamos a permitir?

Pois, hoje estou assim.

A música é a preceito.


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

...



Há alguns dias que, infelizmente, esperava por esta notícia.

Adeus e obrigada pela companhia que me fizeste ao longo dos anos.



terça-feira, 14 de agosto de 2018

O que a vida me ensinou...


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"Os nossos amigos conhecem-nos na prosperidade.
Nós conhecemos os nossos amigos na adversidade."
 John Collins


Fiquem com uma das minhas músicas preferidas.



quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Das Férias...

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Pertenço àquele grupo de pessoas que detesta tirar férias no mês de Agosto. 

Para mim, férias em Agosto significa mais confusão, mais stress, e, não menos importante, tudo muito mais caro.

Daí que, enquanto pude (enquanto as filhotas não entraram na escola), tirei sempre férias no mês de Setembro. 

Depois, quando já não existia o impedimento calendário escolar, foi o maridão. Ele só consegue tirar férias no período de Verão durante 15 dias na...última quinzena de Agosto.

Lá me fui habituando...

Eis, senão quando, este ano decidem que a "je" só podia tirar férias na primeira quinzena de Agosto.

Ora, com o maridão a trabalhar e a filhota a passar férias com amigos, perguntam vocês: Ni Maria, como estão a ser as férias 2018?

Fantásticas!!! 

A minha casa está a ficar um mimo.

Já fiz limpezas de cima a baixo em quase todas as divisões da casa, já recuperei um móvel e amanhã vai ser dia de pintar os anexos (esta não é para espalhar para o maridão não ter um ataque).

Fiquem com a música que estou a ouvir e...tenham umas grandes férias.


quinta-feira, 19 de julho de 2018

Querem lá ver...



Que o Trump com a sua famigerada mania da perseguição (ou, será melhor dizer, de perseguidor), colocou os serviços secretos à cata deste estaminé?

Mas que raio é que este canto tem de interessante para hoje estar a ser literalmente "atacado" por norte-americanos? Já conto 30...

Querido Trump, toda a gente que me conhece sabe que não gosto de ti nem pintado de morenaço com olhos verdes, quanto mais com esse tom de cabelo pior que o meu e esse corpo que me faz pensar que afinal até nem estou a envelhecer muito mal. Mas daí a ser interessante para os serviços secretos vai um passo muito largo...

Só para te aborrecer um pouco, estava para colocar uma música bem mexicana...ou canadiana...ou chinesa...ou de qualquer País pertencente à UE. 

Mas para veres como os europeus até são bons rapazes, ofereço-te uma música da tua terrinha (ainda pensei colocar uma música russa mas, convenhamos, isso era de mais)...


segunda-feira, 9 de julho de 2018

O que a vida me ensinou...

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Não existe felicidade.

Existem apenas pequenos espaços temporais, fugazes, que a vida nos propicia. 

A verdadeira sabedoria é aproveitar esses momentos como se fossem únicos e irrepetíveis.

Tenham uma grande semana.

E a música de hoje pertence a um senhor que me vai fazer companhia ao longo do dia de hoje...




segunda-feira, 2 de julho de 2018

Pensamento do dia...


"Exige muito de ti e espera pouco dos outros. 
Assim, evitarás muitos aborrecimentos".
Confúcio

Meu querido Confúcio, eu até sou capaz de concordar contigo. Mas deixa-me que te diga algo: falar é muito bonito mas fazer é que se torna bastante complicado.

E, acredita, esperando pouco dos outros, não deixo de ficar aborrecida. Porque raio exijo tanto de mim?

Mas, enfim, ouço músicas como estas e o aborrecimento dilui-se...
(e tive a sorte de ver um dos meninos ao vivo)




sexta-feira, 29 de junho de 2018

...



Tenham um grande fim-de-semana e fiquem com uma música que me transporta para um fim-de-semana algo surrealista...há alguns anos atrás...




quarta-feira, 27 de junho de 2018

O que a vida me ensinou...



A vida faz-se de escolhas.E poder escolher é a expressão máxima da liberdade.

Mas a escolha, em liberdade, traz sempre consequências.Umas vezes boas, outras vezes más...

E é aqui que o exercício da liberdade vê o seu caminho muitas vezes bloqueado porque nos recusámos a assumir as más consequências das nossas próprias escolhas.


E a música só podia ser esta:





domingo, 24 de junho de 2018

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O que a vida me ensinou...


Que, uma vez por outra, temos que ter a capacidade de, por breves instantes que seja, deixarmos de pensar nos problemas e deixar a nossa mente simplesmente ir...

Ir para qualquer lado onde queremos estar, ou ir ter com queremos estar.

Ou, simplesmente, fechar os olhos e ouvir esta música...enquanto nos deixámos cair...








terça-feira, 19 de junho de 2018

sexta-feira, 15 de junho de 2018

terça-feira, 12 de junho de 2018

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Lembram-se da panca do dia 8?

Está de volta!

Tenho a empresa só para mim e para a segurança (hoje é uma mulher).

Mais uma maratona e desta vez não sei até que horas.

A música que me está a fazer companhia é esta:



segunda-feira, 11 de junho de 2018

O que a vida me ensinou...


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Deixarmos partir quem gostámos só porque temos medo de assumir os nossos afectos, ou por qualquer tipo de preconceito ou dogma, é um dos exemplos perfeitos da estupidez humana.


E a música, obviamente, só podia ser esta:


domingo, 10 de junho de 2018

O que a vida me ensinou...


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Ter a percepção de quando estamos a mais e partir, é um sinal de sabedoria.
Nunca gostei de impor a minha presença.

Fiquem com a música que estou a ouvir.



sábado, 9 de junho de 2018

O que a vida me ensinou...

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O ser humano tem uma capacidade anormal de magoar quem diz amar...

Seja por palavras, actos, ou, apenas e tão só, pelos silêncios...

E a música é esta.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Sim, eu sei que tenho uma enorme panca...


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Mas estar sozinha à noite a trabalhar no meu local de trabalho dá-me uma enorme sensação de paz.

E hoje vai ser assim...pela noite dentro. Com paragens obrigatórias para repor as doses de cafeína e nicotina e dar duas de letra com o segurança que ciranda por aí...

Acompanhada, obviamente, pela música.

Como esta:




Tenham um grande fim-de-semana!

quinta-feira, 7 de junho de 2018

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Desde muito nova que os meus gostos literários recaíram sobre histórias de amor impossíveis...

Algumas delas, num raro suspiro do destino que afastava as correntes do fim trágico, conseguiam transformar-se num amor possível.

Uma dessas histórias, uma das minhas favoritas, é Orgulho e Preconceito de Jane Austen.

Terá sido, a par de "Grandes Esperanças" de Charles Dickens, dos livros que me consciencializaram para a existência de classes sociais e me fizeram acreditar que o amor, quando verdadeiro e independentemente da forma que assuma, consegue superar as barreiras que a estupidez humana coloca aos afectos em razão de duvidosos valores.

Não sei quantas vezes li o livro nem, tão pouco, os filmes e as séries televisivas que adaptaram o romance que Jane escreveu no longínquo ano de 1797.

Depois dos dias que tenho tido, estou a precisar de uma história de amor com final feliz.

Bom, Portugal ganhou um amigável. Podia ser pior... 

Post em modo "copy past"

Fiquem com a música que estou a ouvir...





terça-feira, 5 de junho de 2018

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Definitivamente estou a ficar velha para aguentar as insónias.

Raios para a idade...

Ao fim de três dias estou literalmente em modo zombi!

E pelo andar da carruagem vem aí a quarta noite.

Fiquem com a música que estou a ouvir...



sexta-feira, 1 de junho de 2018

Da despenalização da eutanásia...


Nota Prévia:

Sei que o texto que apresento hoje não será bem visto por alguns. Mas é a minha profunda convicção enquanto ser humano. E eu não abdico das minhas convicções quando as mesmas resultam da expressão de um direito inalienável: a minha liberdade.

Muitos foram os "iluminados" e os denominados "líderes de opinião" que já falaram sobre as propostas que estavam em discussão na Assembleia da República a propósito da despenalização da eutanásia.

Para quem não teve oportunidade de ler as propostas, (e eu atrevo-me a incluir neste grupo a maioria das pessoas referidas no parágrafo anterior), o que estava em causa era, de forma resumida, não punir os profissionais de saúde que pratiquem ou ajudem uma pessoa, maior, que por sua própria decisão decide antecipar a sua morte quando em situação de sofrimento extremo, com lesão definitiva ou doença incurável e fatal (na versão da proposta do PS com a qual, em linhas gerais, mais me identifico).

Posto isto,

No fundo, o que está em causa é o de saber se alguém, consciente, padecendo de um sofrimento intenso devido a uma lesão definitiva ou incurável e fatal (cumulativo, como se vê), tem a liberdade de escolher se quer antecipar a sua morte e de solicitar a um profissional de saúde que antecipe a sua morte.

A Assembleia da República reprovou a liberdade que cabe exclusivamente a cada um de nós. 

Não me venham dizer que não houve discussão suficiente. Não me venham dizer que a despenalização da eutanásia não constava de todos os programas eleitorais (apenas constava do programa eleitoral do PAN).  Não me venham dizer que neste caso o melhor era existir um referendo.

Não me venham com essas hipocrisias. A eutanásia é, e será sempre, uma decisão pessoal. Intrínseca à liberdade e dignidade de cada ser humano.

Aqueles Senhores Deputados, que no final se levantaram para bater palmas, insultaram-me. Eu sou livre de escolher se quero sofrer dores horríveis até o coração deixar de bater por força dos medicamentos que me vão dando para minimizar a dor (mais uma verdadeira hipocrisia pois a eutanásia é praticada todos os dias de forma encapotada e, quantas vezes sem o consentimento do doente), ou se quero antecipar a hora em que o meu coração deve parar.

Aqueles Senhores Deputados, que no final se levantaram para bater palmas, insultaram o meu pai. Um homem que com apenas 42 anos lhe diagnosticaram um tumor cerebral. Um homem que adorava viver na verdadeira acepção do termo. Um homem que tinha três filhas, uma das quais com oito anos, que tiveram que assistir à transformação de um pai que adoravam num ser vegetal (palavra chocante mas verdadeira, porque na última semana não era o meu pai que estava deitado naquela cama). Um ser que deixou de andar, de ouvir, de ver, de falar, de comer e que quarenta e oito horas antes da sua morte tinha a sua mulher, ou eu própria a "aspirar" pedaços de órgãos liquefeitos para não sufocar.

Um homem que antes de perder a capacidade de falar me agarrou nas mãos e me pediu a chorar para o ajudar a partir. Que merecia partir. Que não merecia terminar a vida como um ser vegetal.

O meu pai merecia ter uma morte digna. Tal como qualquer ser humano.

Aqueles Senhores Deputados, que no final se levantaram para bater palmas, nunca devem ter tido a experiência de ver alguém que eles amavam a transformar-se num ser vegetal (não posso crer pois não teriam coragem para votar contra).

Aqueles Senhores Deputados, que no final se levantaram para bater palmas, têm todo o direito de optar por sofrer dores inimagináveis, por uma lesão definitiva ou doença incurável e fatal e dar o último suspiro quando o coração entender.

Mas aqueles Senhores Deputados, que no final se levantaram para bater palmas, não têm o direito de determinar quando é que eu quero que o meu coração deixe de bater quando estiver a sofrer dores inimagináveis, por uma lesão definitiva ou doença incurável e fatal.

As palmas não assinalaram uma vitória da vida. As palmas assinalaram, apenas e tão só, a indignidade.

É a minha escolha, é a minha liberdade, é a minha dignidade enquanto ser humano. Direitos que a Constituição me confere e dos quais não abdico.


Nota: 
Lembrei-me agora que até os animais têm mais dignidade na morte que o ser humano, pois é impensável deixar um animal a agoniar e leva a injecção que finalmente lhe dará paz. Triste. 




quinta-feira, 24 de maio de 2018

...



Pois, a travessia no deserto está a demorar mais tempo do que pensava.

Mas continuo todos os dias a ler os meus blogues favoritos (e a "cuscar" outros), mesmo sem comentar.

Mas mais vale enquanto estou assim...


Nota: 


Corre uma discussão deveras interessante sobre se os acontecimentos de Alcochete configuram, ou não, um acto de terrorismo. Deixo uma sugestão: porque não ver primeiro o que a legislação define como terrorismo? Pode ser que tenham uma surpresa. Mais a mais, os Tribunais aplicam o que a Lei prevê.



segunda-feira, 14 de maio de 2018

Aceitam-se sugestões...


Tenho 48 horas para terminar um projecto complicado. A noite passada já foi passada com a fuça em frente ao computador e a única coisa que ajudou a enfrentar o dia foi uma excelente dose de cafeína.

Espera-me outra noite igual. O problema é que só me apetece dar duas de letra, cantar as músicas que estou a ouvir, dançar...já entenderam, certo? Apetece-me fazer tudo menos trabalhar.

Aceitam-se sugestões para enfrentar outra noite.

Não vale a pena sugerirem músicas porque esta semana apenas quero ouvir as músicas deste menino.Se tivesse menos uns trinta anitos diria que estou apaixonada por ele. Cantem-me estas músicas ao ouvido e..estou perdida! É cada música...


E depois...



Bom, depois há aquelas músicas que dizem aquilo que gostaríamos de dizer ou...de ouvir alguém a dizer.
Como esta:





Já sabem que as insónias só me dão para estas parvoíces!


sábado, 12 de maio de 2018

Do Festival de Eurovisão...


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Ainda na ressaca, apenas isto:

Não gostei da canção que venceu (para mim ficava nos últimos lugares). Mal por mal preferia a canção do Chipre.

As minhas preferidas, desde que as canções foram conhecidas, eram estas:

1. Alemanha

2. Dinamarca

3. Irlanda

Quanto ao resultado de Portugal, o esperado.

Quanto à organização: passamos com distinção.


Baú das Recordações...


Esta é dedicada ao F., um amigo que partiu na passada semana. Era a música que cantávamos quando estávamos numa de "parvalheira". A tristeza não tinha lugar quando estávamos juntos.


"No fundo da avenida
Bebendo um capilé
Quarenta graus à sombra
Nas mesas do café
E aquela rapariga
Eu já não sei o que dizer
O que fazer
O que dizer
O que fazer

Aihaiah
Mediterrâneo agosto
Em pleno verão
Aihaiah
O sol a pino e eu faço
Uma revolução
Aihaiah

Parte um navio
Desce a maré
Vejo o céu vermelho
Tomara que estivesse a arder
E aquela rapariga
Eu já não sei o que dizer
O que fazer
O que dizer
O que fazer

Aihaiah
Mediterrâneo agosto
Em pleno verão
Aihaiah
O sol a pino e eu faço
Uma revolução
Aihaiah

Eu só te quero a ti
Eu só te quero para mim
Agosto aqui para mim
Só ter um fim
É ter-te a ti
Só para mim
Agosto aqui 

Só para mim"


- Radar Kadafi - 40º à sombra (1987) -



domingo, 6 de maio de 2018

F. C. do Porto...

As armas e os barões assinalados
Que da mui nobre cidade do Porto,
atravessaram pontes e oceano
Passaram por muitos obstáculos,
para enfrentar perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana
E entre gente que sempre acredita e luta
uma nova vitória edificaram.


Versão pouco ortodoxa. O Camões que me perdoe.

Não rima lá muito bem mas pouco interessa. O que verdadeiramente interessa é que…

… O  F.C.do Porto é Campeão.


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A música do Porto, para mim, é esta:

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Adeus...


F. 

Obrigada por me teres arrastado muitas vezes a ver o pôr-de-sol, quando só queria estar na minha "ilha".

Obrigada por todos os sorrisos no olhar que me provocaste.

Obrigada por me fazeres sentir especial.

Se acreditasse numa outra vida qualquer diria para esperares por mim para dançarmos uma vez mais.

Mas acredito que estarás sempre presente na minha memória.

E, finalmente, obrigada por teres dançado este slow comigo, como mais ninguém conseguiu.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

E o cântico do FCP para domingo é este...




Só mesmo o Futebol Clube do Porto para interromper a minha travessia no deserto!

Não arranjei bilhetes para domingo mas estarei em espírito.


terça-feira, 17 de abril de 2018

E eis que...


Depois de estar uns bons pares de anos sem receber flores, (confesso que não me recordo quando foi a última vez que alguém me ofereceu flores), hoje recebi um ramo de tulipas de um colega de trabalho.

E antes que comecem a imaginar histórias mirabolantes para justificar tal oferta, eu desvendo a razão: foi a forma que encontrou para me agradecer eu ter resolvido um problema de trabalho que diziam não ter solução.

Deve ter sido a primeira vez que recebi uma prenda devido à minha teimosia bacoca.

E a música de hoje, é esta (para ouvir bem alto, ou não fosse uma das minhas músicas "fétiche".



sexta-feira, 13 de abril de 2018

Sim, ainda estou viva...


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Cansada, é certo, mas "vivinha da silva".

Estive a fazer a minha habitual travessia no deserto que consiste, mais ao menos, no seguinte: não escrevo parvoíce nenhuma mas não deixo de ler o que os outros escrevem. E, acreditem, tenho aprendido muito nas últimas duas semanas.

Apraz-me registar que são cada vez em maior número aqueles que escrevem como se não tivessem qualquer dúvida. 

Devo ser mentecapta. Só pode...

É que, com os meus longos 53 anos, sou uma pessoa cheia de dúvidas. Quanto mais aprendo (sim, tenho aquela terrível mania de que o conhecimento não ocupa lugar e que crescemos sempre mais, enquanto pessoa, quando aprendemos mais qualquer "coisinha"), mais dúvidas tenho.

E, para ser coincidente, quanto mais conheço as pessoas menos as entendo.

Mas, enfim, do mal o menos, fico contente quando vejo pessoas com 20, 25 anos, plenos de sabedoria, a escrever comentários como se fossem doutorados em afectos.

Um verdadeiro fenómeno, é o que vos digo.

Acho que vou deixar de escrever sobre afectos. Já tudo foi inventado e só não aprendeu quem estava muito distraído...como eu.

Resta-me ouvir músicas como esta:




segunda-feira, 19 de março de 2018

Pessoas que me tiram do sério - 1



Aquele tipo de pessoas que ofendem os outros sobre a capa de "franqueza acima de tudo".

Se devemos ser francos e honestos?  Sem qualquer dúvida.

Mas há diversas formas de se dizerem as verdades.

Detesto quem usa as "suas verdades" como armas de arremesso. 

Que usa as palavras como se fosse a detentora de toda a verdade e se coloca no ponto mais alto do Evereste e olha para baixo como se tudo fosse reles e sem importância. 

Sempre prezei a verdade mas sempre prezei "o outro". Se tenho que dizer umas verdades a alguém que eu sei que é sensível não posso ser seca e sem qualquer sensibilidade. Todos nós sabemos que há verdades que doem. Para quê aumentar o sofrimento?  E mesmo que não sejam verdades que magoem, porquê tanta secura e azedume?

E,  porquê fazermos um comentário de forma altiva e depreciativa quando não se conhece uma pessoa de lado nenhum?

Vem isto a propósito de uma pessoa que, por acaso, escreve bastante bem mas que tem uns comentários nalguns blogues que gosto de ler que, sinceramente, me faz questionar o porquê de tanta altivez e superioridade. Sinceramente, para mim, é uma pessoa desagradável.

Estive para responder a um desses comentários. Só não o fiz por respeito a uma pessoa que muito prezo e respeito. 

E depois do desabafo...fiquem com a música de hoje:




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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso