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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Detesto...


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Podem vir com a desculpa mais bem fundamentada, -  para mim serão sempre "esfarrapadas" -, mas não suporto estar com alguém que em vez de estar connosco passa o tempo a enviar mensagens pelo telemóvel.
 
E não me venham dizer que não é uma dependência. É. Ponto final. O problema é que enquanto eu assumo que sou dependente de cafeína e nicotina, são poucos os que assumem ser dependentes do telemóvel. Mas, mais perigoso ainda, é quando a dependência resulta de uma incapacidade de demonstrar afectos olhos nos olhos.


 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A união faz a força...



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"Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.

Os ouriços cacheiros, ao perceberem a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim agasalhavam-se e protegiam-se mutuamente, mas os espinhos de cada um feria os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso decidiram afastarem-se uns dos outros e voltaram a ficar congelados, então precisavam fazer uma escolha:

Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com alguém muito próximo podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

E assim sobreviveram.


Conclusão:


Um bom relacionamento não é aquele que une pessoas “perfeitas”, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar as suas qualidades."


(Autor: desconhecido)



De facto, não há pessoas perfeitas nem relações idílicas. O segredo está em respeitar cada pessoa e aprender a relativizar o que é, de facto, importante.
 
Aspirar a viver melhor é legítimo. Ao longo dos anos a maioria dos portugueses, à custa de muito trabalho e sacrifícios, conseguiu alcançar um bom nível de vida.
 
Muitos de nós, a maioria, tem vindo a perder a qualidade de vida a que tinham (têm) direito e pela qual lutaram. E o reerguer vai ser difícil.
 
Vamos ter que reaprender a "nos darmos". Não podemos ter medo de nos darmos aos afectos. Porque quando não estamos sós os obstáculos não são tão assustadores. Porque juntos só atingir o infinito é impossível.
 
Tenham um Bom 2013 e tentem ser felizes.
 
E a música só podia ser esta...


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Banho de perfume...




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A sério...nunca conseguirei entender alguém que sai de casa a "tresandar" a perfume.
 
Qual a necessidade de dar a entender que substituiram a água por um perfume?  Ainda por cima têm o excelente (???) gosto de usar o mais enjoativo que exista no mercado. Será que pensam que conseguem cativar alguém?
 
Conseguem é que as pessoas desejem que uma reunião termine mais cedo porque não há nariz que aguente...


A música, obviamente, só podia ser da Senhora Rita Lee. Ai o que este tema me faz recordar...


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O que a vida me ensinou...


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Ou melhor, o que nunca entenderei.
 
Como é possível odiar alguém que se amou.
 
Manifesto a minha total inépcia para odiar alguém. Muito menos alguém que foi importante na minha vida.
 
É óbvio que já tive que "cortar relações" com pessoas que fizeram parte da minha vida. E as razões pouco importam. Bastará dizer que umas magoaram mais do que outras.
 
Mas sempre que tive que tomar uma decisão dessa natureza optei por dizer adeus e avançar. Cada um seguir a sua própria vida. Porque a vida é feita de escolhas. E se alguém assume uma postura que sabe que vai magoar outra tem que saber arcar com as responsabilidades de tal atitude. Mesmo que tal signifique o "adeus". A indiferença. Porque a indiferença tem muito mais poder que o ódio.
 
Mas fiz sempre questão de guardar as memórias que me fizeram sentir feliz, segura, querida, amada. É  a minha forma de respeitar uma relação que foi importante. Porque odiar tira-nos as forças. Não enriquece a nossa vida enquanto seres humanos.
 
 
Porque, tal como diz Voltaire:
 
" É duro odiar os que se gostaria de amar "


E a música é esta (só podia).


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dos imbecis e afins...



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Já afirmei inúmeras vezes nesta sala de estar a minha ineptidão para lidar com a injustiça apesar dos meus profícuos 47 anos de experiência em cima
 
É verdade que sempre pensei que o tempo se encarregaria de me ajudar a não me indignar. Que me ajudaria a passar incólume pelas injustiças. Que me ajudaria a encarar melhor o aplauso da incompetência e da imbecialidade.
 
 
Mas se a injustiça me indigna, se o premiar da incompetência e da imbecialidade me tiram do sério, ainda está para ser descoberto o nome apropriado ao sentimento que me invade quando a pessoa que cometeu a injustiça e tem poder para reverter a situação assume que errou mas que outros valores se levantam?
 
 
Outros valores se levantam? Só se for o da estupidez e o da bestialidade (ao quadrado, ou ao cubo)..

 
A música pode ser esta porque gosto muito de ouvir este menino (os homens preferem a mulher dele)...


 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

É mais fácil ser amante...


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Pelo menos é a opinião de Honoré de Balzac ao afirmar:



"É mais fácil ser amante do que marido,
pois é mais fácil dizer coisas bonitas de vez em quando
do que ser espirituoso dias e anos a fio.."

 
Meu querido Honoré, não sei que tipo de mulheres conheceste mas presumo que só tenhas conhecido mulheres que não faziam nenhum e, acima de tudo, com fraca auto-estima.
 
As mulheres não querem um homem que todos os dias esteja espirituoso e lhes diga "coisas bonitas". Aliás, se assim fosse, o mais certo era andar "mouro na costa". Faz-me lembrar alguém que sempre que enganava a mulher aparecia em casa com um ramo de flores ou uma caixa de chocolates. Enquanto a dita cuja, "crente", não se cansava de elogiar as atenções do seu "mais que tudo", quem sabia da verdade ia contabilizando as "escapadelas" mensais de acordo com o número de ramos de flores que eram entregues.
 
As mulheres gostam de ouvir elogios e "palavras bonitas"? Claro que gostam. Que ser humano não gosta?
 
Mas, acima de tudo, querem um companheiro.
 
Um companheiro que saiba partilhar o bom e o mau.
 
Um companheiro que as respeite.
 
Tão simples quanto isto.
 
Acredito que seja mais fácil ser amante que marido. Deve ser na mesma proporção em que será mais fácil ser amante do que mulher. Mas não pelos motivos que invocas meu querido Honoré...
 
A música de hoje? Esta ( nem imaginam as memórias ligadas a esta música...)!
 
 
*

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A crítica....

 
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"Só existem três formas de evitar as críticas:
- Não faça nada;
- Não diga nada;
- Não seja nada"
Anónimo
 
 
Mas como tenho o raio da mania da contradição:
 
- Continuo a acreditar que um dia o trabalho sério e empenhado será reconhecido, (para além de ter o sentido do contraditório, sou crente, logo estúpida);
 
- Continuo a manifestar a minha perplexidade face a injustiças (as pancadas que levei ainda aprimoraram esta minha faceta em vez de me incutirem alguma hipocrisia);
 
- Continuo a ser eu (para o bem e para o mal, sem desculpas).
 
 
E, por falar em desculpas, o tema pode ser este.
 
 
*
 
 
 

terça-feira, 27 de março de 2012

A estupidez do preconceito...



"A quantidade de preconceito que cada um de nós tem
é inversamente proporcional à inteligência."

Jefferson Luis Maleski



É um pensamento repetido neste espaço mas que hoje, uma vez mais, se justifica por um vídeo que vos convido a ver.

Quando o nosso olhar se retém apenas naquilo que "queremos ver", quando pensámos com o espartilho dos preconceitos podemos perder a oportunidade de conhecer pessoas absolutamente excepcionais.

Outro pormenor, não menos importante, é a lealdade que um jovem demonstra àquela que conseguiu olhar para além do que os outros viram. Tinha mais hipóteses em seguir sozinho? Talvez. O próprio membro do júri o disse. Mas ele negou seguir sozinho fosse qual fosse o resultado. Porque ele sabia que  só estava ali, naquele momento, porque ela o incentivou. Faz-me acreditar que ainda há solução para o ser humano. 

Caíram-me algumas lágrimas? Caíram, daquelas que nos fazem sorrir de esperança.

Querem a prova? Isto.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pensamento do ano...


Agora que 2011 está na recta final e aproxima-se a passos largos 2012, e face às expectativas do nosso País e aos políticos que temos, penso que esta será a frase do ano.


"A maior desgraça de uma nação pobre

é que em vez de produzir riqueza,

produz ricos"

Mia Couto

 
Espero estar enganada!!!
 
 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ah garanhão...



"Luiz Costa de Oliveira tem 90 anos e é pai de 50 filhos. Só por si, este facto já seria extraordinário, mas Luiz de Oliveira tem ainda mais histórias para contar: as suas cinco dezenas de filhos são de quatro mulheres diferente e uma das mães é a própria sogra.

Luiz enviuvou e voltou a casar com uma mulher bastante mais jovem. Com ela, teve 17 filhos. Paralelamente, manteve um relacionamento com a cunhada, com quem teve 15 filhos. E ainda se relacionou com a sogra, com quem teve também um filho. Só destas três mulheres, teve então 33 filhos, 100 netos e 33 bisnetos.


O caso passa-se em Campo Grande, no Rio Grande do Norte, Brasil, e vem contado na edição electrónica do
«Diário de Natal»deste domingo. «A coisa que Deus fez mais bem feito no mundo foi mulher», conta Luiz ao jornal, cheio de vitalidade." (notícia daqui)

Antes de mais, o "garanhão" não teve (como indicia a notícia) 50 filhos. As mulheres é que tiveram. 

Mas não há dúvidas de que temos de ter pena do desgraçado.Ela foi a cunhada, ela foi a sogra...coitado!! Deve ter ficado estafado de dar assistência aos familiares da mulher...

Mas se é verdade que estamos perante um verdadeiro garanhão, não é menos verdade que ele apanhou pela frente três valentes "galinhas parideiras". Fosga-se....


 
 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Boa...



Nada agrava mais a pobreza,
que a mania de querer parecer rico.

Marquês de Maricá


 
Já é segunda-feira e, por aquilo que vejo na minha empresa, devo pertencer aos 10% dos portugueses que trabalham esta semana.

Grande percentagem dos restantes 90% estão, neste momento, a gozar uma merecidas férias em locais  paradisíacos porque em tempo de crise há que...gastar!!!

Eu só não fui porque ainda estava em dúvidas se havia de escolher Bora Bora ou Tailândia. Ou seria Índia? Veneza?

Bolas... 



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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso