1 - Cheguei agora a casa o que contabiliza 13 horas no gabinete a fazer um parecer (retirando os minutos que perdi nos blogues mas isso não interessa nada);
2 - O raio da gripe não me larga, apesar das doses industriais de Ilvicos, Antigripines e afins. Cá para mim são feitos de farinha e água;
3 - Está um frio de rachar;
4 - As minhas plaquetas ou começam a fazer o trabalho delas ou dou-lhes um arraial de porrada;
5 - As minhas hormonas ou ficam quietinhas ou não respondo pelas consequências.
Are those your eyes Is that your smile Ive been looking at you forever Yet I never saw you before Are these your hands holding mine Now I wonder how I could have been so blind And for the first time I am looking in your eyes For the first time Im seeing who you are I cant believe how much I see When youre looking back at me Now I understand what love is, love is For the first time
Can this be real Can this be true Am I the person I was this morning And are you the same you Its all so strange How can it be All along this love was right in front of me And for the first time I am looking in your eyes For the first time Im seeing who you are I cant believe how much I see When youre looking back at me Now I understand what love is, love is For the first time
Such a long time ago I had given up On finding this emotion ever again But youre here with me now Yes I found you somehow And Ive never been so sure And for the first time I am looking in your eyes For the first time Im seeing who you are Cant believe how much I see When youre looking back at me Now I understand what love is, love is For the first time For the first time
Para a semana, em dia indeterminado, faço anos.
Sempre gostei do meu dia de anos e ficava contente quando as pessoas se recordavam desse dia.
Ontem, ao receber uma prenda de anos adiantada dei por mim a pensar que vão ser 44 anos e, pela primeira vez, visualizei claramente que faltam seis anos para atingir meio século de vida.
Porra!
Mas eu não me sinto com essa idade. Nem de longe nem de perto. Tudo bem, a carinha e o corpo já apresentam as cicatrizes da vida mas o meu espírito recusa-se a acompanhar os efeitos das estações sucessivas.
Acho que o melhor mesmo é não estar cá para a semana!...
A Abobrinha, a propósito do dia dos namorados lançou um desafio que consistia em escrever uma quadra que fizesse corar quem inventou o dia dos namorados.
O objectivo foi amplamente ultrapassado. Os participantes demonstraram todo o sentido de humor típico de um bom português.
Copiando a ideia (qualquer dia a Abobrinha coloca-me um processo por plágio), vou lançar um desafio mas com um objectivo diferente. Será que cada um de nós é um verdadeiro Poeta e consegue escrever frases únicas que demonstrem os nossos sentimentos?
Platão afirmou:
“Não há ninguém, mesmo sem cultura,
que não se torne poeta
quando o Amor toma conta dele”
Devo confessar que em 44 anos nunca me escreveram uma carta de amor e/ou um poema. Acredito que devo ser das poucas mulheres da minha geração a quem isto aconteceu.
Mas, na verdade, o ser humano não se atreve a dizer o que sente. Seja por timidez ou porque o mundo dos afectos é tão complicado que muitas vezes somos incapazes de nos expressar.
Daí o desafio.
Toca a perder a timidez e escrevam aqui um poema ou uma quadra que gostariam de escrever à pessoa que amam. Se não amam, inventem...
Hoje tem sido um dia bastante movimentado bem perto do meu estaminé.
As televisões conseguem esta proeza. Arrastam multidões ávidas de aparecerem na abertura dos noticiários.
Então quando os protagonistas são Pinto da Costa e Carolina Salgado...
Mas, pelos vistos, houve alguém que decidiu ter mais protagonismo que os outros e, vai daí, lembra-se de espetar uma valente bofetada, é o que dizem, na pobre Carolina Salgado.
Essa vai ser a notícia do dia. Qual crise, qual quê...
O processo? Também não interessa nada mas diz respeito a um caso de corrupção desportiva e reporta-se ao encontro Beira Mar-FC Porto, da 31ª jornada da Superliga de 2003/2004, que foi realizado em 18 de Abril de 2004, o qual terminou com um empate sem golos.
O processo até pode não dar em nada mas não fica a branco:
Anónimo prestes a saltar para a ribalta 1 - Carolina Salgado 0
Segui o exemplo da Abobrinha, fiz o teste e, pelos vistos, em matéria de identificação com a personagem do Sexo e da Cidade somos parecidas.
"Você até é muito descontraída e divertida, mas no que diz respeito às relações gosta de sentir compromisso e seriedade. Ainda pensa muito no passado e isso impede-a de andar para a frente. É inteligente mas deixa-se levar pelo coração."
Relativamente ao teste devo dizer que só não acertou em cheio porque não sou pessoa de ficar presa no passado. É verdade que o passado é responsável por aquilo que hoje sou mas tal nunca me impediu de andar para a frente. Aliás, é o meu passado que me impele a andar para a frente apesar de estar sempre a cair...
"E o que me mata é olhar no fundo dos seus olhos e ver neles o mesmo brilho, a mesma leveza, e sentir o seu sorriso me dizendo, entrelinhas, pra esperar, que a nossa história louca e mal escrita não acabou.
É o que me mata e me dá vida. E a ternura que eu sinto a cada vez que você me olha e sorri, o seu carinho, a importância que eu tenho na sua vida, esse sentimento maluco que você tem por mim e não sabe nem o que é, isso tudo se confunde com o amor que eu preciso tanto que você sinta. Mas eu sei, eu sei que não é amor. E você também sabe. Talvez seja por isso que você me mantém sempre por perto, porque você precisa do meu carinho para alimentar o seu vazio e te trazer paz por algum tempo, mas não me mantém do seu lado, porque para caminhar junto é preciso amor demais. E é nessa que a gente vai seguindo. E mesmo distante você precisa sentir que eu estou por perto e te acompanho de longe, que eu ainda te espero, porque você se sente seguro, porque você sabe que eu vou estar lá quando você cair, com o meu carinho e a minha paz."
Mas, desta vez, o caso parece sério. Não é o meu. Que eu cá não tenho caso nenhum. Mas de um colega que confessava a outro andar a enganar a mulher com uma mulher "toda giraça".
Dizia ele todo vaidoso: "Eh pá, eu até amo a minha mulher, mas sabes como é, a gaja é boa...".
Ainda bem, pensei eu para os meus botões (ou melhor, para o fecho porque hoje venho de vestido mas isso agora não interessa nada), que a gaja é boa porque o "fala-barato" de bom não tem nada.
Tenho a minha forma de estar na vida, os meus valores e os meus princípios. Mas tenho, sobretudo, duas máximas: não julgar os outros pelos meus próprios padrões e nunca afirmar que "desta água não beberei". Como consequência desta postura, não sou pessoa de criticar as opções da vida íntima de cada um.
Mas não gosto de "fanfarrões" que se vangloriam das conquistas. Mais a mais porque metade do que dizem quase sempre cai no exagero.
Mas este episódio fez-me recordar a frase de Marcel Proust:
" A mulher que amamos só poucas vezes satisfaz as nossas necessidades, pelo que lhe somos infiéis com a mulher que não amamos."
Dirigiu-se a mim a passos firmes e confiantes, apesar do peso que carregava na mão.
Recordo-me, sobretudo, dos seus enormes e expressivos olhos verdes e da sua cabeça alva.
Mas, sobretudo, recordo-me daquele sorriso...
Era um sorriso que iluminava aquele corredor frio e escuro enquanto aguardava notícias.
Olhou para mim e perguntou-me porque estava triste. Não me deixou responder na sua traquinice habitual.
- Vou-te contar uma história, disse ele. Aqui, continuou, quando alguém está triste contámos histórias.
Durante largos minutos, vagueámos num país longínquo onde um pequeno dragão gostava de andar às escondidas e de saltar à corda com os meninos de uma pequena aldeia e que um belo dia encontrou um pote de ouro por baixo do arco-íris.
Durante aqueles minutos era eu e ele. Unidos numa cumplicidade estranha que me fez esquecer a angústia da espera e me fez partilhar gargalhadas felizes.
Entretanto, vieram buscá-lo. Estava na hora da medicação.
Virou-se para mim e perguntou: Estás feliz agora?
Respondi que sim. Então, rodeou-me o pescoço com o braço que tinha livre e deu-me um beijo na cara, segredando-me ao ouvido - Ainda bem.
No dia seguinte, depois de visitar o meu pai, fui até à ala de pediatria do IPO procurá-lo. Levava um livro para colorir e lápis com as cores do arco-íris.
Não o vi e perguntei por ele a uma das enfermeiras. Respondeu-me que tinha falecido durante a noite.
Foi há 22 anos mas nunca me esqueci daquela criança de seis anos que teve a magia de me fazer feliz.
O seu nome? João.
Nota - Quem puder, ajude a "Acreditar", associação de pais e amigos de crianças com cancro.
1. Tudo indica que vamos ter um português na Casa Branca. É um cão, é certo, mas é de raça portuguesa. Já estou a imaginar o novo negócio para os portugueses...
A propósito do aniversário da minha querida amiga Cristina, fiz referência a um dos pensamentos de Jacson Heiderscheidt .
Disse, então, que existem aqueles momentos que, por mais breves e singelos que sejam, não queremos mudar, pelo contrário, queremos manter eternos e inalteráveis.
O desafio que coloco é este: enunciem 3 momentos que guardem como sendo daqueles instantes que, por qualquer motivo, vos fez viver a felicidade.