segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Afastada...



Do meu blogue, mas não dos vossos. É viagem obrigatória todos os dias.
 
Mas nesta altura em particular tinha que estar presente.
 
Mesmo não tendo um Natal como o sinto e gosto de partilhar pois não terei na minha companhia uma das minhas filhas que está a milhares de kms, não deixo que o significado desta data me passe ao lado. É o que vale ter a mania da contradição ou, como escreveu Ivan Teorilang "A felicidade está em deixar de reclamar por aquilo que não conseguimos, e passar a agradecer por aquilo que não perdemos."
 
E eu tenho que agradecer o que não perdi.
 
E eu não perdi a minha essência: a capacidade de acreditar, a capacidade de amar incondicionalmente a minha família e os meus amigos, a capacidade de deixar partir quem amo, a capacidade de dizer "estou aqui" quando sei que precisam de mim, a capacidade de "fugir" esporadicamente para o meu mundo encantado, a capacidade de rir e de chorar, a capacidade de lutar contra as injustiças e as adversidades, a capacidade de partilhar os bons e maus momentos. Não perdi porque faz parte do que eu sou. E eu ainda estou viva.
 
Numa altura em que o desalento, a descrença num presente e num futuro nos atinge de uma forma desigual e injusta, não podemos, nem devemos, desistir. Somos melhores do que aquilo que pensamos e daquilo que nos fazem querer pensar.
 
Podia deixar como tema musical a "minha música" de natal preferida de Chris Rea. Mas este ano, não.
 
Para estar de acordo com o pensamento de Ivan Teorilang deixo-vos com este, porque não podemos dar valor ao que é importante apenas e só quando o perdemos e porque, como o mesmo autor escreveu:
 
" Mesmo diante tantos presentes natalinos recebidos,
o mais precioso é o amor,
a emoção dos encontros,
e o esquecimento dos desencontros;
é a esperança renovada..."
Ivan Teorilang
 
 
Um Feliz Natal e tentem ser felizes.
 
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Não gosto da palavra "ADEUS"...


Imagem da net


Como não gosto da palavra "Nunca".
 
 
Não gosto da sensação do definitivo. Da sensação que nada mais há a dizer e/ou fazer.
 
 
Estive afastada nas últimas semanas.
 
 
Podia argumentar que ando muito ocupada e que não tenho tempo para escrever no blogue que fez há poucos dias 6 anos. Estaria a mentir... O tempo sempre foi escasso mas nunca impedimento para continuar por cá.
 
 
Estive ausente por decisão própria. Porque entendi, e entendo, que preciso de fazer a "minha travessia no deserto". Uma travessia que terá que ser, necessariamente, só.
 
 
É por isso que não digo Adeus.
 
 
Não gosto da sensação do definitivo.
 
 
Prefiro dizer um "Até breve". Porque as travessias, por mais longas e penosas que possam ser, nos conduzem a qualquer lado. E, quem sabe, me possa conduzir, uma vez mais, à vossa companhia.
 
 
Não vou individualizar todos os que estiveram comigo desde 2007.
 
Assim, a todos os que partilharam comigo esta viagem de seis anos um simples "obrigada". Pelo muito que aprendi. Pelos sorrisos e gargalhadas que dei, pelas lágrimas que verti, pelas emoções que senti. Por aquilo que não esqueci.
 
 

Como não podia deixar de ser, termino com um pensamento. Um que define a situação que hoje se vive.

"Hoje, a vida das pessoas, é terrífica, disse para consigo molhando os lábios no seu whosky. Paira no ar uma angústia horrível. E como poderia ser de outro modo? Agarram-nos pela garganta, obrigam-nos  a trabalhar de manhã à noite, embrutecem-nos, infligem-lhes necessidades que não têm a ver com eles, que os desviam, que os pervertem. Proíbem-nos de sonhar, de vaguear, de perder tempo. Usam-nos à tarefa. As pessoas já não vivem, são usadas. Em lume brando."


Katherine Pancol

"Os olhos amarelos do crocodilo"
 
 
 
Mas deixo-vos também uma sugestão. A leitura do comunicado do Director da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto de 5 de Maio de 2013. Para reflectir. Porque, como escreve Jorge Olímpio Dias, "...O que fazemos e as posições que assumimos são o resultado de uma escolha...a coragem de escolher  é a grande questão da nossa vida, dado que toda a hora temos que fazer opções entre o correcto e o incorrecto, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, o elevado e rasteiro, o transcendente e o baixo, o ideal e o medíocre, o humano e o animalesco..".
 
 
Eu chamo a isto...Liberdade.
 
 
Sejam livres e tentem ser felizes.
 
 
E, porque posso voltar um dia....
 
 
...Até breve...



 
 
 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Para o bem e para o mal...



Imagem da net



A tese está entregue e já mereceu a concordância do orientador.
 
Agora é só aguardar pela nota final.
 
Eu sei que a balança diz o contrário mas, acreditem, estou para aí uns 50 Kg mais leve (o raio da balança diz que continuo com os 68 Kgs mas se continua a ser teimosa ainda se arrisca a levar uma marretada).
 
Tenham um grande fim-de-semana que eu também vou fazer por isso.



quinta-feira, 14 de março de 2013

Casos da Vida...

 
 
 
Esta história, verídica, não é daquelas histórias que começa pelo "Era uma vez...".
 
Nem fala de príncipes e de princesas.
 
Nem fala de heróis com poderes sobrenaturais.
 
Nem fala de reinos encantados.
 
Mas fala de heróis. De carne e osso. Daqueles que passam despercebidos. Dos que diariamente se levantam e vão trabalhar e dão o seu melhor. Muitas vezes sem ver o seu trabalho reconhecido. Muitas vezes sendo criticados.
 
E fala de outros seres humanos. Daqueles que não são heróis para os outros mas que serão os grandes heróis para os seus filhos. São aqueles que perderam os seus empregos e qualquer meio de subsistência. Aqueles que tudo fazem para que nada faltem aos seus filhos mesmo perdendo a sua própria dignidade.
 
E fala de uma cidade. De uma cidade com ruelas escuras mas que tem o brilho das suas gentes. fala da cidade do Porto.
 
É uma história que tem quase um mês. Mas valerá recordar:

" Em determinado momento durante a semana que está a terminar, foi a policia solicitada para um supermercado sito na cidade do Porto. Chegados ao dito supermercado, foram os elementos policiais informados pelo vigilante do estabelecimento que determinada pessoa tinha sido travada à saída na posse de artigos furtados.


Questionado sobre a tipologia dos artigos furtados, a gerente do supermercado e o vigilante referiram tratar-se de 4 iogurtes, 6 pães e 2 pacotes de leite. Os agentes, dirigiram-se então ao autor do ilícito e este, a chorar compulsivamente, lá foi dizendo que tanto ele como a esposa, estão desempregados, têm 2 crianças em casa e nem leite tinha para lhes dar. Este acto, visava apenas levar pão à boca dos seus filhos que ainda não tinham comido nada durante todo o dia.


De volta à gerente, esta, depois de passar os artigos pela caixa lá mostrou o talão, com um valor monetário pouco acima dos 4 euros.

Nesse momento, o agente, tirou dinheiro do bolso, perguntou se a casa aceitava o pagamento e após este ter sido efectuado ainda questionou se pretendiam procedimento criminal.
Uma vez que os artigos estavam pagos e nada mais restava a fazer, foi o autor do furto chamado à parte, onde lavado em lágrimas, ouviu o conselho de que pedir não é crime, pedir é ser humilde e que se for detido, com toda a certeza, não vai conseguir levar seja o que for para a boca dos filhos. Não volte a furtar mais nada pois para a próxima pode não ter a sorte que teve hoje. De seguida mandou-o embora com os iogurtes, o pão e o leite.
Existem Homens assim nestas fileiras que dia após dia, noite após noite presenciam homens, mulheres e crianças com fome, sem nada para comer, que o último recurso é pedir ou furtar.
Note-se que não estou a falar de criminosos, de delinquentes que passam os seus dias a mandriar, a viver à custa de RSI, estou a falar de pessoas de bem, que sempre trabalharam, sempre pagaram os seus impostos e que agora se vêem privados de tudo e incapazes sequer de alimentar os seus filhos.



Se achas que a atitude deste agente é louvável, partilha a história."
 
Eu partilhei.
 
 

O que não perdoo?


Imagem da net



" Perdoar é lindo, mas como eu não me importo com beleza não perdoo mesmo"
Desconhecido
 
 
 
 
Não serei tão radical. Há atitudes e palavras que não relevo e/ou perdoo.
 
Mas há algo que não consigo perdoar: deslealdade.
 
Mesmo que esta minha intransigência não abone muito a meu favor não consigo perdoar. Para mim a relação está inquinada para sempre porque perco a confiança na pessoa.
 
 Os "traidores" não merecem que eu perca tempo a encontrar justificações para os seus actos. Mas lamento que não provem do seu próprio veneno porque talvez crescessem enquanto seres humanos.
 
E se a deslealdade parte de quem gostámos e é preparada pelas costas? É o "descasca o pessegueiro". Para além de não perdoar, não esqueço.
 
Já me perguntaram se não gostaria de  mudar esta característica da minha personalidade. Pensei bastante antes de responder e disse que não. Terei outras características que fazem menorizar este meu defeito.
 
E a música pode ser esta.
 
 
 
 
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Quem sou eu.... 2ª parte

 
 
 
Repescando as respostas dadas num inquérito há uns anitos atrás, aquifica um pouco mais sobre mim:
 
 
 
01 - Nome? Ni
 
02 - Tatuagens? Não tenho. Mas a filhota mais velha tem pela famelga toda.
 
03- Piercings? O meu pai costumava dizer que o ser humano já nascia com todos os buracos que precisava para ser feliz.
 
04 - Já foi à África? Marrocos fica em África, não fica?
 
05 - Já ficou bêbado? Já aqui confessei que apanhei apenas uma bebedeira. Foi na minha noite de núpcias.
 
06- Já chorou por alguém? Só os armados em parvos nunca choraram.
 
07- Já esteve envolvido em algum acidente de carro? Já. Mas sem consequências de maior.
 
08 - Peixe ou carne? O que vier ao prato.
 
9- Música preferida? Desde que seja boa música...
 
10- Cerveja ou Champanhe? Ambas. São as minhas bebidas preferidas.
 
11 - Metade cheio ou Metade vazio? Como em tudo na vida gosto do meio termo.
 
12 - Lençóis de cama lisos ou estampados? Indiferente.
 
13- Filme preferido? Vocês por acaso já imaginaram quantos filmes eu já vi em 48 anos de existência? Acham que é possível enumerar um único filme? Chiça…  

14 - Flores preferidas? Tulipas.
 
15 - Coca-Cola simples ou com gelo? Não aprecio coca-cola. Mas deito uma abaixo com rum.

 
16 - Quem você acha que vai responder a esse e-mail mais rápido? Quem tiver a mesma pachorra que eu...

 
17 - Quantas vezes você deixa tocar o telefone/telemóvel antes de atender? É muito raro ligarem-me para o telemóvel pelo que quando ele toca muitas vezes nem sei que é o meu e deixo tocar...

 
18 - Qual a figura do seu mouse-pad? A minha cara é que não é.

 
19 - Espero que este ano eu possa? Passar uns dias sozinha num belo hotel com spa. Mas o Sr. Passos não deixa.



20 - Pior sentimento do mundo? Saudade.


21 - Melhor sentimento do mundo? Amizade 

 
22 - O que uma pessoa não fazer para ficar com você? Ser desleal.

 
23 - Qual o primeiro pensamento ao acordar? Se passo as noites em claro dificilmente acordo...

 
24- Qual o último pensamento antes de dormir? Dava-me jeito dormir umas horitas.


25 - Se pudesse ser outra pessoa, quem seria? Uma gaja com um bocadinho de sorte.

 
26 - O que você nunca tira? Dinheiro ao jogo.

 
27 - O que você tem debaixo da cama? O chão com algum pó.

 
28 - Qual a pessoa que talvez não responda a este desafio? Duvido que exista alguém com a minha pachorra.


29 - Aquele que com certeza vai responder? Não faço a mínima ideia e, acreditem, não estou minimamente preocupada.

 
30 - Quem gostarias que respondesse? Não digo. Também tenho direito às minhas "perrices".

 
31 - Qual o livro que estás a ler? Agora? Nenhum. Ontem acabei de ler um da sabrina e hoje começo outro da bianca, sabrina ou afim. Vai dar tudo ao mesmo. A minha cara-metade está a ler a Arte da Guerra. Não sei se é bom ou mau sinal.

 
32 - Característica tua? Perita em  ser ultrapassada por quem menos espero.


33 - Decepções que tiveste ao longo da vida? Já vos disse que tenho 48 anos de idade não disse?


34 - Programas de TV que assistias quando criança? Pipi das meias altas; Verão Azul, Os pequenos Vagabundos; Sandokan, Heidi, etc.

 
35 - Programas de TV que assisto hoje? Séries do AXN,  Fox e filmes.


36 - Formas diferentes que me chamam? Nani, Ni e já me chamaram Nina.

 
37- Comidas Favoritas? Comida portuguesa.

 
38 - Lugar em que desejaria estar agora? À beira-mar. Que se lixe o frio. Ah, e sozinha porque estou com um humor do caraças.
 

É chover no molhado...





Imagem da net
 
 
 
Mas não dizem que a esperança é a última coisa a morrer?
 
(Eis uma frase que nunca entendi porque cá para mim é o coração quando deixa de bater)
 
 
 

Afinal...



Imagem da net




...É muito fácil esquecer. Pelo menos para ti.


Só por isso mereces esta música.


Eu não mereço nenhuma porque não consigo ter essa capacidade...


terça-feira, 12 de março de 2013

Como aproveitar uma desilusão...



 
Vá-se lá saber porquê desde que fiz 40 anos que a "famelga" cá de casa deixou de festejar os meus anos.
 
Vá lá que este ano se lembraram que eu fazia anos e foram os primeiros a dar os parabéns, não fosse o diabo tecê-las e a aniversariante ter um "ataque de caspa" como no ano passado.
 
Mas, mais uma vez, vejo-me sozinha em casa no dia do meu aniversário.
 
Entre "mandar vir" com meio mundo ou enfiar a casca do calimero e aproveitar o facto de estar sozinha, optei por esta última.
 
Vai daí, estou a ver um bom jogo de futebol e a ver o Barcelona a dar, até ao momento, 3 ao Ac. Milan enquanto como uma tablete de chocolate que é bem melhor que uma fatia de bolo de aniversário.
 
Desiludida? Sim. Mas a grande vantagem que a idade dá é a capacidade de relativizar e aproveitar os maus momentos da melhor forma.
 
E fiquem com a música dos Supertramp porque o dia convida e é um dos temas que mais gosto de ouvir com o volume no máximo quando estou com o "tau".






E hoje...





A "minha" página do google  aparece com este desenho e a frase " Parabéns Nina ". 


Afinal, só se faz 48 anos uma vez na vida.


No longínquo dia 12 de Março de 1965...


Adenda:
 
 
Obrigada a todos o que me fizeram "companhia" neste dia. Soube bem.




Imagem da net


...e por escassos cinco minutos, quis o destino que nascesse esta menina.
 
E o meu destino estava traçado. Basta pensar que nesse ano a música que teve mais sucesso foi esta e a letra diz tudo...
 
 

"J'avais dessiné sur le sable
Son doux visage qui me souriait
Puis il a plu sur cette plage
Dans cet orage, elle a disparu

Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine

Je me suis assis près de son âme
Mais la belle dame s'était enfuie
Je l'ai cherchée sans plus y croire
Et sans un espoir, pour me guider

Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine

Je n'ai gardé que ce doux visage
Comme une épave sur le sable mouillé

Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine

Et j'ai crié, crié, Aline, pour qu'elle revienne
Et j'ai pleuré, pleuré, oh! j'avais trop de peine..."


 E as vezes que eu, anos mais tarde, cantei esta música aos altos berros.


segunda-feira, 11 de março de 2013

"Ouch"... O mundo da net pode ser "lixado".





Cartoons - viuva
Recebida por mail
 
 
 
 
 
 
 
 

Eu sei...

 
 
Que uns nascem com o "cú virado para o sol" e têm sempre sorte mesmo nada fazendo.
 
Depois, há aqueles que nascem com o "cú virado para a lua". Aqueles que, mesmo sem ajuda de ninguém, não desistem e partem para a luta todos os dias mas que a sorte teima em não acariciar.
 
Dizem que é a vida, ou melhor, a roleta da vida.
 
Mas cá para nós que ninguém nos ouve, por uma vez na vida sabia bem ter alguma sorte. É que o cansaço de estar sempre a lutar contra a maré começa a ganhar...
 
E hoje só me dá para ouvir isto.
 
 
 

domingo, 10 de março de 2013

Se eu voltasse atrás...


Imagem da net



" Se tivéssemos como voltar atrás, nunca iríamos seguir em frente."
Demi Lovato


Tudo bem. Não adianta ficar agarrado ao passado. Há que dar um passo em frente na estrada da vida porque o tempo não espera por nós.
 
Mas imaginem que podiam, por breves instantes, voltar ao passado. Alteravam alguma coisa? Não se arrependem mesmo de nada que fizeram?
 
Durante muitos anos afirmei, convictamente, que não me arrependia de nada do que fiz no passado porque foi com os erros que cometi que aprendi lições de vida.
 
Hoje não penso da mesma forma. Claro que errei. Claro que os meus erros me fizeram crescer e aprendi com eles. Mas daí dizer que não me arrependo de algumas coisas que fiz? Não. Não posso afirmar tal coisa. E se pudesse voltar ao passado mudaria algumas coisas que fiz e não deixaria de fazer outras que não fiz por medo.
 
E a música só podia ser esta.
 
 
 

sábado, 9 de março de 2013

Frustrante...




Tinha consciência que o curso que estou a frequentar não iria ser fácil dadas as matérias que estão a ser leccionadas. Isto para já não falar de ter aulas à sexta e ao sábado e ter exames praticamente de 15 em 15 dias.
 
Mas não deixa de ser frustrante quando se estuda "forte e feio" para um exame e sai consciente de que não fez nada de jeito.
 
E ainda não chegaram os módulos de contabilidade e afins, porque quando chegarem vai ser ainda mais bonito...
 
 
E, já agora, essa de dizerem que " quem corre por gosto não cansa " não se aplica a mim. Nunca gostei de correr (com, ou sem gosto).
 
 
 

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