quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Preliminares segundo os signos...



Minhas queridas, se querem saber como é que o vosso parceiro encara os preliminares, aqui ficam as informações recolhidas. As reclamações são para aqui.


Preliminares para o Carneiro:

Carneiro não tem tempo para preliminares.

Preliminares para o Touro:

Touro começa e continua, continua, continua...

Preliminares para o Gémeos:

Gémeos quer um menage a trois.

Preliminares para o Caranguejo:

Caranguejo no jacuzi.

Preliminares para o Leão:

Leão compra disfarces.

Preliminares para o Virgem:

Virgem toma banho antes, durante e depois.

Preliminares para o Balança:

Balança não se consegue decidir se quer ou não.

Preliminares para o Escorpião:

Escorpião quer a toda a hora, todo o dia.

Preliminares para o Sagitário:

Sagitário fá-lo à luz das estrelas.

Preliminares para o Capricórnio:

Capricórnio prefere ficar por cima.

Preliminares para o Aquário:

Aquário gosta de multidões.

Preliminares para o Peixes:

Peixes desmaia com a beleza do acto.



Nota - Os entendidos devem pensar que as mulheres de peixes são umas fraquinhas. Só pode...

Ora muito bem...

          
                                                         





Segundo os entendidos, o signo que melhor se dá com o meu é o de escorpião.

O mais curioso é que nunca conheci um homem do signo de escorpião.


 
 
 
Conclusão: Se tivesse seguido a opinião dos especialistas a esta hora estava solteira!!!
 

E lá voltou a minha companhia... Paixão?!





De início pensei que fosse uma mera paixão.

Sim, a paixão! Não podia ser amor, pensava eu. Primeiro, porque o contacto era pouco, as visitas esporádicas, os momentos escassos. Segundo porque já tinha entrado na fase verdadeiramente adulta em que nos questionámos de que é isso a quem chamam "amor" e sobre o qual começamos a levantar sérias e consistentes reservas.

Em suma, e em conclusão, só podia ser paixão. A tal...

Que nos faz ficar sem força nas pernas.

Que faz o coração bater mais forte.

Que nos faz perder a noção de tempo e de espaço.

Mas com o decorrer do tempo vi que a paixão não esmorecia. Como era possível ficar cada vez mais forte?

E a verdade surgiu. Ela chega sempre. Mais tarde ou mais cedo. Não vale a pena fugir dela.

Sem força nas pernas? Puro cansaço.

O coração bater mais forte? Taquicardia.

Perder a noção de tempo e de espaço? É natural quando só nos falta dormir em pé.

A minha companhia voltou e eu bem lhe fiz o convite para ter paixão por outra pessoa qualquer, que isto de bater sempre à mesma porta aborrece.

SENHORA INSÓNIA VAI CHATEAR OUTRA!!!


A música de hoje é recorrente mas é uma das minhas preferidas e uma das que me fez companhia ao longo da longa noite...











quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Porque hoje me apetece dizer isto...


"Here I stand alone with this weight upon my heart,
And it will not go away.
In my head I keep on looking back,
Right back to the start,
wondering what it was that made you change.
well I tried but I had to draw the line,.
and still this question keeps on spinning in my mind.
What if I had never let you go,
Would you be the man I used know,
If I'd stayed, if you tried,
if we could only turn back time,
But I guess we'll never know.
Many roads to take,
some to joy some to heartache
Anyone can lose their way.
And if I said that we could turn it back,
right back to the start,
Would you take the chance and make the change.
Do you think how it would have been sometimes?
do you pray that I'd never left your side.
What if I had never let you go,
Would you be the man I used know,
If I'd stayed, if you tried,
if we could only turn back time,
But I guess we'll never know.
If only we could turn the hands of time.
If I could take it back would you still be mine.
Cuz I tried but I had to draw the line,
and still this question keeps on spinning in my mind.
What if I had never let you go,
Would you be the man I used know,
what if I had never walked away,
Cuz I still love you more than I can say
If I'd stayed, if you tried,
if we could only turn back time,
But I guess we'll never know.
We'll never know"




Cartas de amor...



"Todas as cartas de amor
são ridículas.
Não seriam cartas de amor
se não fossem ridículas.
Também escrevi, no meu tempo,
cartas de amor como as outras,
ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
têm de ser ridículas .
Quem me dera o tempo,
em que eu escrevia
sem dar por isso, cartas de amor ,
ridículas.
Afinal,só as criaturas
que nunca escreveram Cartas de amor
É que são ridículas…"

Fernando Pessoa


Vamos lá confessar...
Hoje em dia está na moda a mensagem por SMS, o mail, ou as simples trocas de palavras num sistema de conversação on line qualquer.

Mas as velhinhas cartas de amor. Sim, aquelas que se escrevem numa folha seja ela banca, amarela ou verde. Seja a tinta azul ou preta. Seja acompanhada com uma simples gota de perfume ou da marca de uma lágrima que teimou cair...

Sim, as velhinhas cartas de amor, as tais ridículas que só são escritas por quem não é ridículo. 

As que são escritas por quem tem a coragem de abrir a "caixa de pandora" com os "pedaços de alma". Já escreveram alguma? Já receberam alguma?


 
 



terça-feira, 4 de outubro de 2011

Amor impossível...


“Tomei consciência de que a força invencível
que impulsionou o mundo não foram os amores felizes,
mas os contrariados.”

Gabriel Garcia Márquez, em “Memórias de Minhas Putas”



Histórias de amor arrebatados ou platónicos. Jovens perdidamente apaixonados impedidos de concretizarem o seu amor. Separação, partida, ou mesmo morte como destino final e previsível…

Desde sempre a literatura criou personagens ou deu a conhecer histórias verdadeiras que trouxeram até aos nossos dias casos de amor impossível.

A mitologia grega deixou-nos a história de amor de Páris e Helena de Tróia.

Os celtas presentearam-nos com uma lenda que remonta ao séc. XIl: Tristão e Isolda.

De Paris do século XII chega-nos a história verdadeira de Abelardo e Heloísa.

Camões no seu Canto III dos Lusíadas dava a conhecer ao mundo uma história verídica e trágica do mundo medieval português: o amor único e verdadeiro de Pedro e Inês de Castro.

E o que dizer do amor trágico de Romeu e Julieta criado por William Shakespeare?

Ou do amor utópico de D. Quixote pela sua Dulcinéia descrita por Miguel de Cervantes?

E não foi só a literatura.

Quem não conhece a história do amor impossível de Ilsa e Rick levado à tela em 1942 por Michael Curtiz? Dito assim poucos reconhecerão os olhares únicos trocados por Humphrey Bogart e lngrid Bergman em “Casablanca”.

Ou o amor que não vinga pelos preconceitos de uma sociedade hipócrita retratada por Scorsese no filme “A Época da Inocência” com o “único” Daniel Day-Lewis e Michelle Pfeiffer?

E quem não se emocionou com o amor intenso e impossível de Seth que “…abriria mão de toda a eternidade nem que fosse para tocá-la uma única vez”.(Maggie)? Nicolas Cage e Meg Ryan deram corpo à “Cidade dos Anjos. O argumento e a música de Sarah McLachlan e Goo Goo Dolls, fizeram o resto.

Mas tudo isto para lançar uma questão? Por que motivo são as histórias de amor impossíveis que perduram no tempo e vão preenchendo o imaginário das pessoas?

Será que não há histórias de amor que acabem bem? Será que cada um de nós, no seu íntimo, se identifica com uma história de amor impossível?

Se vos perguntarem para dar o exemplo de uma história de amor impossível vocês conseguem responder. E de um amor que parecia impossível e se concretizou? Recordam-se com a mesma facilidade?

Será pelo motivo invocado por Eça de Queiroz: “O amor eterno é o amor impossível./ Os amores possíveis começam a morrer no dia em que se concretizam.” ?


Fiquem com uma música que faz parte da banda sonora de um filme que retrata mais um amor impossível. Para mim, uma das mais bonitas histórias que os séculos não apagaram…

 
 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Porreiro, Porreiro - Parte II

É ter chegado às 8.30 ao trabalho e neste momento ainda estar a trabalhar e ter mais algumas horas pela frente.

É ter partilhado uma torrada com o meu "mais que tudo" às 8.00 da manhã e desde aí só estar a ser sustentada por café.

É ter feito à poucos minutos uma pausa para ir comer qualquer coisa ao café e o segurança ter fechado a porta de saída da empresa e eu não encontrar o dito cujo...

É estar a gastar o meu tempo a pensar se valerá a pena pegar numa cadeira e partir o raio da janela para poder ir ao café.

Fosga-se!!!


Fiquem com a música que me apetecia dançar neste momento... bem longe daqui!!!






domingo, 2 de outubro de 2011

Porreiro, porreiro...

É dar com o raio do tornozelo no canto da porta da máquina lavar louça que estava aberta.

Resultado: um "lanho" e uma valente "pisadura".

Escusado será dizer que coloquei atrás das costas os traumas causados pelas doses de pimenta que  a minha querida mãezinha me deu quando eu era pequena e me entretinha a imitar a D. Miquelina que não conseguia dizer uma frase sem a colorir com umas três ou quatro asneiras valentes.


 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Desilusão...



" Feliz do homem que não espera nada, pois nunca terá desilusões"
Alexander Pope




Hoje, a propósito de um amigo que "desapareceu" de um momento para o outro sem avisar, uma amiga comum perguntou-me se eu não estava desiludida e magoada. Respondi, prontamente, que não. Admirada com a minha resposta, questionou-me se eu já estava a contar com tal postura. Respondi que não.

Bastou um simples olhar para constatar que ela não entendia a minha postura. De facto, como era possível eu não estar desiludida e/ou magoada com uma atitude incompreensível se eu, ainda por cima, não estava à espera de tal.

Expliquei então de que não posso ter desilusões quando não tenho ilusões.

António Gramsci escreveu: "...o desafio da modernidade é viver sem ilusões, sem se tornar desiludido".

De facto, a vida ensinou-me à força de que o maior erro que podemos cometer é ter ilusões. 

Tal não significa que se deixe de viver. Que a nossa vida seja vazia ou triste. Ou que não se possa ser feliz. 

Pelo contrário.

Significa apenas e tão só que aproveito todos os momentos que me possam fazer, momentâneamente, feliz. Que deixei de procurar essa quimera que alguém designou de felicidade. Porque perdi muito tempo da minha vida à procura dela e deixei, na sucessão dos segundos, escapar os momentos de felicidade. Porque o que hoje é verdade, amanhã é mentira. O que hoje é amor eterno, amanhã pode ser uma mulher bem mais jovem e jeitosa do que eu. O que hoje é amizade para sempre, amanhã pode ser um leilão de vaidades. O que hoje é o melhor colega de trabalho, amanhã pode ser aquele que, pela calada, fica com o lugar pelo qual tanto lutámos.

Se deixei de acreditar nas pessoas? Não. Deixei de acreditar que as pessoas não mudam. Que os afectos são dados adquiridos.

Acredito que as relações não são complicadas. Somos nós, com as exigências do "deve e haver" que as complicámos. Somos nós que pretendemos sempre receber aquilo que damos. E o que damos, já dizia a minha avó, está dado. Não tem retorno. Quanto muito também nos poderão oferecer algo.

No fundo, como disse à minha amiga, acho que aprendi a superar o "sofrer" sem tristezas e/ou amarguras.

Tenham um grande fim-de-semana e tentem ser felizes pelo menos um momento em cada dia.




Verdade ou consequência?



Há alguns hábitos que o ser humano nunca devia perder.

Um deles é o de jogar à verdade ou consequência.

Se quando eramos novos o prazer do jogo resumia-se a escapar das verdades para tentar nas consequências "roubar" um beijo à nossa paixão assolapada, em adultos seriam mais as consequências das nossas verdades.

Havia de ser bonito um grupo de adultos a jogar. É que se as regras fossem respeitadas iriamos conseguir, mesmo que momentâneamente, sermos finalmente verdadeiros nos afectos e assumir com coerência os nossos pensamentos e actos.

Mas duvido que fossemos capazes de assumir as consequências...

Talvez essa seja a razão porque em adultos passamos parte do tempo a "fugir"... é que na maioria das vezes não conseguíamos assumir as consequências das nossas verdades.

E, convenhámos, é bem mais fácil mentir mesmo que seja para nós próprios.


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A diferença entre homens e mulheres - Lição n.º 1 - Astúcia...



" Uma mulher vai a entrar num motel com o seu amante e, por coincidência, vem saindo o seu marido com outra.

Ela grita:

 - Ahaaa!!!! Maaaaaldiiiiiiiito!! Agora apanheeeeeeeeeii-te!!!!!!  E... não adianta negares porque... eu trouxe uma testemunha!!!! "





quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Explicação...



A foto que coloquei hoje induziu em erro algumas amigas que pensaram que o Trash não tinha aguentado a operação.

Felizmente, o Trash é um lutador. Já está nos cuidados intermédios e se tudo correr bem sairá amanhã. Nunca será de mais agradecer o carinho que recebi e que foi transmitido à minha filhota mais velha.

As imagens podem, de facto, valer mais do que mil palavras. Podem suscitar várias interpretações e emoções díspares.

No âmbito da formação que dei sobre cidadania tinha pedido aos formandos que escolhessem uma foto que lhes transmitissem sensações/emoções diferentes.

 A vencedora foi a foto que coloquei. 

Entenderam que a mesma simbolizava a tristeza e a inocência.

Quando a imagem vale por mil palavras...

Quando amanhã chegar ...


A partir da próxima semana e até ao dia 15, vai ser um "ver se te avias que se faz tarde"...

Vou dar início a uma auditoria (a mulher de negro, cognome com que me baptizaram, tem 60 dias para entregar o relatório).

Vou dar uma formação.

Vou estar quatro dias na Guarda num Congresso.

Só não sei quando vou dormir (e quantas horas)...

Há dias que deviam demorar muito tempo a chegar...





terça-feira, 27 de setembro de 2011

...


E não é que o "raio do cão" é tão duro quanto a matriarca da família?


Contra todas as expectativas dos veterinários, e depois de uma operação, parece que temos o Trash de volta.


Pelo menos as expectativas são bem melhores do que eram ontem pela mesma altura.

Mensagens

Arquivo do blogue


Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso