quarta-feira, 19 de setembro de 2012

É mais fácil ser amante...


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Pelo menos é a opinião de Honoré de Balzac ao afirmar:



"É mais fácil ser amante do que marido,
pois é mais fácil dizer coisas bonitas de vez em quando
do que ser espirituoso dias e anos a fio.."

 
Meu querido Honoré, não sei que tipo de mulheres conheceste mas presumo que só tenhas conhecido mulheres que não faziam nenhum e, acima de tudo, com fraca auto-estima.
 
As mulheres não querem um homem que todos os dias esteja espirituoso e lhes diga "coisas bonitas". Aliás, se assim fosse, o mais certo era andar "mouro na costa". Faz-me lembrar alguém que sempre que enganava a mulher aparecia em casa com um ramo de flores ou uma caixa de chocolates. Enquanto a dita cuja, "crente", não se cansava de elogiar as atenções do seu "mais que tudo", quem sabia da verdade ia contabilizando as "escapadelas" mensais de acordo com o número de ramos de flores que eram entregues.
 
As mulheres gostam de ouvir elogios e "palavras bonitas"? Claro que gostam. Que ser humano não gosta?
 
Mas, acima de tudo, querem um companheiro.
 
Um companheiro que saiba partilhar o bom e o mau.
 
Um companheiro que as respeite.
 
Tão simples quanto isto.
 
Acredito que seja mais fácil ser amante que marido. Deve ser na mesma proporção em que será mais fácil ser amante do que mulher. Mas não pelos motivos que invocas meu querido Honoré...
 
A música de hoje? Esta ( nem imaginam as memórias ligadas a esta música...)!
 
 
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terça-feira, 18 de setembro de 2012

A crítica....

 
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"Só existem três formas de evitar as críticas:
- Não faça nada;
- Não diga nada;
- Não seja nada"
Anónimo
 
 
Mas como tenho o raio da mania da contradição:
 
- Continuo a acreditar que um dia o trabalho sério e empenhado será reconhecido, (para além de ter o sentido do contraditório, sou crente, logo estúpida);
 
- Continuo a manifestar a minha perplexidade face a injustiças (as pancadas que levei ainda aprimoraram esta minha faceta em vez de me incutirem alguma hipocrisia);
 
- Continuo a ser eu (para o bem e para o mal, sem desculpas).
 
 
E, por falar em desculpas, o tema pode ser este.
 
 
*
 
 
 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A importância dos óculos de sol...




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"Desde que uma mulher tenha brilho nos olhos,

nenhum homem irá reparar se ela tem rugas em volta deles."

Dolores Del Rio
 
 
 
Benditos óculos de sol...
 
 
E a música de hoje é esta porque parece que já passaram "thousand years"...
 
 
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Como descrever a crise em 30 segundos...



 
 
E mais nada!
 
 
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E agora?




Recebida por mail
 
Senhor Presidente, basta continuar a actuar como até aqui. A esse nível é exímio.
 
Escondidinho, se até agora te safaste com a economia paralela podes continuar à vontade porque os nossos governantes não se preocupam com isso.
 
Senhor Primeiro-Ministro, pois... isso é mais complicado. Que tal ir embora?
 
Senhor Ministro das Finanças, isso é fácil. Basta dar ordem aos empresários para reter os vencimentos dos trabalhadores e pelo trabalho que vão ter em reter aquele dinheiro todo vão ter direito a 7% . O resto fica para o governo poder pagar aos assessores, aos adjuntos, aos especialistas, aos motoristas e afins e o que sobrar vai para a troika. Assunto resolvido.
 
Zé Povinho, isso não é pergunta que se faça. O Senhor Primeiro-Ministro deu a solução a uns meses atrás: sai do País. Andas desatento...
 
 
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Não sei se é por pertencer ao signo de Peixes...



Mas gostava de ter um quarto assim.




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É caso para dizer porque raio foi o meu pai escolher ser bancário em vez de ser banqueiro...

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Alguém quer os meus? Ofereço...



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Ter sentimentos é complicado e proporciona quase sempre confusões.

Reparem:


Todos concordarão que os primeiros impulsos são sempre os mais verdadeiros. O que fazemos? Reprimimos os impulsos e acabamos por ter atitudes que são tudo menos aquelas que gostaríamos de ter.


Outro exemplo?


Gostámos de alguém, não somos correspondidos. O que fazemos? Depende de pessoa para pessoa mas a maioria anda encostada às paredes, feitos "calimeros", a bradar contra tudo e contra todos, questionando-se que mal fez a um ente qualquer para ter tanto azar porque até é boa pessoa. Outras existem que se fazem de fortes e tentam passar a imagem de que está tudo bem, que não estão minimamente afectadas, que a vida é para andar e não para estar sentado em qualquer paragem.
 
Balelas. Não ser correspondido, independentemente da atitude posterior que tomemos, doi e magoa, ok?

Mais um?

Alguém que gostámos magoa-nos. Que fazemos? Bom, uns ripostam forte e feio numa de competição para ver "quem magoa mais quem". Outros, pelo contrário, utilizam a táctica de vítima de guerra e consequente stress pós traumático. Mas existem aqueles que do alto da sua imensa sabedoria exclamam: "a mim só magoa quem eu quero".

Sentimentos?

São bonitos, não digo que não.

Sentimentos?

Fazem parte da vida, eu sei. Não nasci ontem.

Sentimentos?

Fazem-nos crescer enquanto seres humanos? Eu sei. Já vendi essa teoria imensas vezes neste e noutros espaços.

Mas digam lá que não era bom sermos apenas seres racionais, despidos de sentimentos e emoções?

É que, venham com as teorias que vierem, os sentimentos magoam e fragilizam.
E porque estamos em Setembro, a música é esta ...
 
 
 
* Nota - Modo "copy past" de um post de 2008



Pensamento do dia...


 
"Mulher perigosa não é aquela que fica furiosa e histérica
mas sim a que fica em silêncio"
Anónimo

 
 

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E a música de hoje pode ser esta ( às vezes penso o que seria ter 17/18 anos e saber o que sei hoje ).
 
 
 
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Constatação...




Tenho 47 anos de idade.
 
Trabalho desde os 16 anos de idade.
 
Nasci antes de ser implementada a democracia.
 
Vi nascer a democracia.
 
Vibrei com os sorrisos das pessoas no primeiro acto eleitoral pós 25 de Abril.
 
Assisti à união dos portugueses para manter a democracia.
 
Partilhei os sacrifícios quando da intervenção do FMI em 1977 e em 1983.
 
Convivi, nos últimos anos, com o egoísmo, o individualismo, a ausência de ética profissional, a falta de "coluna vertebral", a ignomínia, a corrupção, a cunha, a protecção e a elevação de "boys e girl´s" em detrimento da qualidade profissional.
 
Mas foi preciso chegar a 2012 para ver a ausência de esperança no olhar das pessoas.
 
Definitivamente, este não é o País pelo qual o meu pai e milhares de portugueses lutaram.
 
 
 
"...Não me obriguem
A vir para a rua
Gritar...
...Bem me diziam
Bem me avisavam
Como era a lei
Na minha terra
Quem trepa
No coqueiro
É o rei..."
José Afonso
 
 
A música é esta...
 
 
 
 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Olha que bom...




Agora também vamos sustentar as empresas.
 
 
Sr. Passos Coelho, acredita mesmo que as empresas vão dar mais emprego com tal medida?
 
 
Eu estou é a ver as encomendas de ferraris e afins a aumentarem.
 
 
 
 
 
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Eis como me sinto hoje...



Após uma bela noite de insónias....


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Decididamente já não tenho idade para passar uma noite sem dormir. O problema é que depois de saber que o "querido Passos" vai falar hoje tudo indica que vai ser mais uma noite de insónias...
 
A música pode ser esta que estou a ouvir com o volume no máximo para ver se não adormeço na secretária.


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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A crise do sexo...


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Ou melhor, a crise e os seus efeitos no sexo. Ou, melhor ainda, a crise e a falta de sexo.
 
Segundo a sexóloga Marta Crawford "O sexo pode ser uma «coisa boa» para esquecer a crise, mas a verdade é que, em momentos de grande instabilidade, o desejo também fica em défice e os casais tendem a não o praticar..." (aqui).
 
E com isto ficamos todos bem mais descansados quando a(o) parceira(o) não nos liga patavina.
 
Não, ela(e) não deixou de gostar de nós. Continuamos a despertar o desejo nela(e). Não vale a pena pensar que ela(e) tem um(a) amante. A culpa é mesmo da crise.
 
Bom, pelo menos é uma variante aos velhinhos argumentos das "dores de cabeça" ou "tive um dia lixado na empresa"...

- Ai querido(a), hoje não. É a crise ...

Pois...
 
A música pode ser esta.
 
 
  
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O que a vida me ensinou...


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" Não te julgues um “incompreendido”, porque todos o somos. Dizeres-te incompreendido é supores-te privilegiado, com direito à compreensão alheia. Não te digas incompreendido. Vê antes se te compreendes a ti."
Virgílio Ferreira, in Pensar

 
A necessidade que eu sempre tive de encontrar fundamentos e razões para tudo o que me acontece impede-me, muitas vezes, de relativizar o que é, de facto, importante e de fechar capítulos na minha vida.
 
 
Quem me conhece sabe que me entrego por inteira a tudo o que faço, vivo e sinto. Talvez por isso sinta as perdas de uma forma peculiar.
 
 
Mas, uma coisa é perder.. Outra coisa, bem diferente, é tentar encontrar razões e fundamentos quando não existem. A vida demonstra-nos que muitas coisas acontecem só porque têm de acontecer. Independentemente de contribuirmos, ou não, para um determinado resultado.
 
 
Nesta viagem pela minha própria incompreensão da vida cheguei à conclusão que por muito que façamos há sempre o incerto e o imponderável. Variantes para as quais não há justificação pelo que mais importante do que saber porque perdemos é saber e assumir que perdemos. Sem drama. Sem subterfúgios.
 
 
Quiçá, por pura ironia, se conclua que enquanto perdedores saímos vencedores na arte de viver a vida de forma intensa.
 
 
Sofro com as perdas? Claro que sim. Mas não tenho que me envergonhar por viver de forma intensa os meus afectos e as minhas emoções, porque é essência daquilo que sou. É isso que me individualiza enquanto ser humano.
 
 
E a música tem que ser esta....
 
 
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Quem é que disse que as mulheres dão mais importância ao amor que os homens?




É que, a acreditar no estudo levado a efeito pela Universidade do Minho, os homens apresentam a falta de amor como principal razão para a separação enquanto as mulheres apresentam a ausência de comunicação no casal como principal causa do divórcio.
 
 
Outro facto curioso tem a ver com a infidelidade. Se para as mulheres ela aparece como terceira causa do divórcio, nos homens...nem sequer é abordada. Fico com a dúvida se tal resulta do facto dos homens serem mais infiéis que as mulheres e estão bem caladinhos ou se as mulheres são bem mais perfeitas a esconder a infidelidade.
 
 
Outras conclusões podem ser lidas aqui e a música de hoje pode ser esta (que memórias...).



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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso