segunda-feira, 9 de abril de 2012

Os meus cinco princípios...




* Nunca choro por aquilo que fiz mas por aquilo que podia ter feito e deixei de fazer (mas já perdi a conta às vezes que chorei por coisas que fiz e bati com a cabeça na parede por aquilo que poderia ter feito e não fiz).


* Quando amo, não me esqueço (mas já tentei várias vezes).


* Quando quero, não desisto (mas já violei este princípio para cumprir o quarto).


* Quando alguém me importa, não o(a) abandono (mas, por vezes, vontade não me falta).


* Não "vendo" os princípios em que acredito (pelo que, e em conclusão, sou uma verdadeira besta quadrada).



  

domingo, 8 de abril de 2012

Há sempre uma primeira vez...

Este ano, pela primeira vez, não festejei a Páscoa.

O que, diga-se, até nem calhou mal dado que a minha "querida coluna" decidiu mandar-me para a cama.

Mas valeram as dores só para ver a minha filhota mais nova a entrar no meu quarto com uma chávena de chá enquanto me cantava esta música.



sábado, 7 de abril de 2012

Paletes de cor...



Conhecem aquelas músicas que sempre que as ouvimos sentimos uma "lagrimazita" teimosa?

Eu sei que sou daquelas estúpidas que chora quando se emociona a ver uma cena de um filme, a ler um um livro ou a ouvir uma música. Mas sei que é "defeito de fabrico" e passados 47 anos já não são aceites devoluções.

Uma das músicas é esta. Porque a vida tem um princípio, um meio e um fim. Com curvas e contracurvas.

Mas, também, porque somos nós que escolhemos as cores com que pintámos a nossa vida mesmo que no final do nosso arco-irís apenas se encontre a serenidade como o grande tesouro...




Desafio...

A Desejo desafiou-me para responder a algumas questões.
Como nunca viro a cara a um desafio vamos lá…


O que me tira do sério? Deslealdade e “xicos-espertos”.

A que cheiro?  “Light Blue” da Dolce e Gabbana (quase sempre).

 O que gosto de ler? No ser humano? O olhar. Num livro? Emoções.

 O que me seduz? O humor e o silêncio de um olhar.

 Sinto-me...? Neste momento? Desiludida.

 O que me deixa com um sorriso nos lábios? Estar com quem quero.

 O que dizem os meus olhos? Quem sou. Mas ainda não apareceu ninguém que “saiba ler” o meu olhar..

 O que (te) oferecia?  A quem merece? Eu..

Pelos vistos tenho que passar o desafio a 4 pessoas. A Desejo já passou a algumas das pessoas que eu gostaria de desafiar. Mas desafio o Sutra,  a Catwalk, a Utena e a Malena.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Da sensualidade feminina - III

Imagem recebida por mail


Sei que está na moda andar de leggins e afins. Mas de que forma é que isto torna uma mulher elegante ou sensual é que eu gostava de saber.


Nota - Este post surge na sequência de ter visto esta tarde uma mulher na casa dos "entas" com um aspecto muito semelhante a este e foram muitos os homens que ficaram de olhos em bico a olhar para a dita cuja. Igualmente, foram muitas as mulheres que se viram "tentadas" a olhar para o traseiro da menina, (eu incluida), mas suspeito que não estivessem a pensar na mesma coisa que os homens.


Fiquem com a música que estou a ouvir neste momento.



quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pensamento do dia...




" Confia no teu cão até o último momento,
mas na tua mulher ou no teu marido,
apenas até a primeira ocasião"
Anton Tchekhov


Tchekhov, e não é que concordo contigo?

E em pleno século XXI...

Será que o conceito de amizade é este?




Imagem recebida por mail

Se não é, anda meio mundo a enganar meio mundo.

Já não chegavam os políticos deste País...

Fiquem com a música que estou a ouvir neste momento.

Ai as lides..



Desde que estou casada que me habituei todos os anos a tirar uma semana de férias e ir sozinha para qualquer lado. Costumo denominar a "semana da Ni". Escolho o hotel mais recôndito do nosso País (de preferência pouco conhecido), e aí vou eu com toneladas de livros às costas, o meu I-Pod, o telemóvel só para dizer uma vez por dia que ainda estou viva e alguma (pouca) roupa. Os dias são passados a ler e a ouvir música. É a forma que encontro de "recarregar baterias". 

Como este ano não dá para ir a lado nenhum a "minha semana" tem sido passada em casa. O problema é que já é famosa  a minha forma de encarar as férias quando as mesmas são passadas sozinha em casa.

Nos últimos três anos tenho-me entretido a pintar a casa. Ainda me recordo da cara alienada do meu parceiro quando chegou um dia ao portão da casa e ficou com sérias dúvidas de que estaria a entrar na casa certa, (nunca entendi muito bem porque porque só tinha pintado metade da casa em amarelo pelo que não dava azo a confusões).

Por conta dessas mnhas experiências, (com bastante sucesso, diga-se em abono da verdade), ele tratou de esconder tudo o que era latas de tinta, pincéis e afins. A justificação que ele dá é que "sobra sempre para mim". Ora bolas. Eu não tenho culpa de ter uns míseros 1.62 m de altura e de ter medo que a escada não aguente os meus 70 Kgs. Se a minha casa tem dois pisos é óbvio que a parte de cima tem que ficar para ele. Afinal o casamento é partilhar os bons e os maus momentos, certo? Certo.

Mas, enfim, o que interessa é que ontem andei a vasculhar e...voilá...encontrei uma lata de tinta banca e uma caixa com pincéis.

Resultado? Vou ali pintar o tecto das casas de banho e volto já!...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A sensibilidade feminina e a moda - II

A próxima imagem que recebi por mail fala por si própria.


Esquecer quem é vivo...


"O NUNCA MAIS de não ter quem se ama torna-se tão irremediável

quanto não ter NUNCA MAIS de se ter quem morreu.

E dói mais fundo - porque se poderia ter,já que está vivo(a),

mas não se tem, nem se terá..."


Caio Fernando de Abreu

E para vocês? O que custa mais? Esquecer quem morreu ou "enterrar" alguém que está vivo?


Ou melhor, será que é possível esquecer?


A morte é a sequência natural da vida. Aprendemos a conviver desde cedo com esta regra da vida.


E a desilusão? Será que o ser humano está preparado?


Ou limitámo-nos a confiar na sucessão dos dias e os seus efeitos na memória?


Será que a nossa memória afectiva consegue transformar num simples borrão alguém que é (foi e/ou será sempre) importante para nós? Um borrão que nos impede de acariciar aquelas linhas de rosto que sabíamos de cor? De olhar no olhar? Da cumplicidade de um simples sorriso?


A vida tem-me ensinado que a pior coisa que podemos fazer é tentar esquecer alguém porque a sensação de perda pode-se esbater mas nunca desaparece. Porque não se pode fazer o "luto" por aguém que está vivo.


A senhora que hoje estou a ouvir é esta porque interpreta uma da minhas músicas favoritas.


Nota - Tenho andado um pouco fugidia mas como estou em casa sozinha de "férias forçadas", (fui obrigada a gozar os dias que tinha do ano passado), tenho aproveitado para ler, vir música e ver filmes baseados na obra de Jane Austen (ok, confesso, tenho visto todos os dias "orgulho e preconceito").


terça-feira, 3 de abril de 2012

Das aparências...




"Aprendi que existem certas pessoas
que te vão julgar pela aparência e não pelo seu carácter"

Eduardo Henrique Correia da Silva


Já pensaram que digam o que disserem os outros irão julgar segundo a vossa aparência?

Mesmo que as aparências iludam?

Mesmo que se afirme que "essência" é o que importa?

A "essência" importará sobretudo para nós mesmos. Para que todos os dias consigamos reconhecer o reflexo que se projecta num pedaço de vidro.


Da confiança...



Já aqui dissemos muitas vezes que qualquer relação tem como alicerces fundamentais a confiança e o respeito.


Quando estes alicerces são beliscados dificilmente a relação se sustenta. Admito que existam situações em que a confiança e o respeito são violados mas as partes entendem que ainda há condições para manter a relação. Neste caso penso ser fundamental que o caso fique definitivamente enterrado. Isto é, não bastará dizer "eu perdoo", será necessário nunca mais levantar a questão.


Mas outras situações existem que conduzem à quebra da confiança e do respeito de tal forma que torna impossível, para mim, manter uma relação.


Em matéria de afectos não somos iguais. Não há uma linha comum a todos os seres humanos. Todos nós gerimos os afectos e as emoções de acordo com o que sentimos e racionalizamos.


O despirmos a nossa alma e os nossos segredos mais profundos a uma determinada pessoa é, acima de tudo,um acto de confiança e de coragem.


Confiança porque acreditámos que essa pessoa merece que sejamos um todo e não pequenas partes.


Coragem, porque lhe estamos a confessar como nos pode destruir através dos afectos.


Sou daquelas pessoas que dificilmente mantenho uma relação depois da confiança ser quebrada.


Há quem confunda esta minha postura com orgulho ou com alguma dificuldade da minha parte em perdoar.


Aceito tal interpretação mas não concordo.

É que, para mim, a confiança é como uma simples flor. Ora, se amassarmos uma flor na nossa mão ela perderá, inevitávelmente, algumas pétalas. E, quer se queira ou não, a flor nunca mais voltará a ser a mesma.


A música? Só podia ser esta, porque representa a paixão de forma sublime.

*

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Da intuição...





Nota Prévia:

Ultimamente tenho ido ao baú das memórias deste espaço recuperar temas de alguns post's.

A vantagem de ter um blogue há cinco anos é podermos rever coisas que escrevemos, (a maioria desabafos que ocupavam muito espaço na memória da vida), e ver até que ponto é que mantemos, ou não, a mesma opinião. E quando digo "mantemos" pretendo englobar quem me segue desde então (é verdade, por incrível que pareça há meia dúzia de resistentes).

Ao contrário do que se possa pensar não vem mal ao mundo mudarmos de opinião. O que para nós é uma verdade hoje pode não ser amanhã. A coerência passa também pelo assumir que mudámos, que evoluímos. E se tal mudança se deve por termos aprendido, melhor ainda.

Vamos então ao post.


 
Os ingleses com o seu sentido de humor muito próprio, têm um provérbio que diz, mais ao menos, isto:

"Intuição feminina é o instinto que garante à mulher
que ela tem razão, quer a tenha ou não."


 
Balzac, por seu turno, é mais assertivo e, vai daí, afirma:

"O instinto na mulher,
equivale à perspicácia nos grandes homens."

Para já, Balzac assume que os pequenos homens (e não homens pequenos), não têm perspicácia enquanto a intuição na mulher é um dado adquirido.

Em que é que ficámos?

Recordo aqui o comentário do Imperator, (um dos que ainda tem pachorra para ler o que eu escrevo), sobre o tema:

"A intuição é algo que se tem, não é nem feminino nem masculino. Todos os seres, alegadamente, pensantes têm. Muitos não sabem que têm. Outros tantos não a sabem usar. Mas eu vou mais longe e digo que todos os seres vivos têm intuição mas nem todos sabem para que serve".


O tema de hoje: intuição feminina versus ausência da mesma nos homens.

Digam da vossa justiça.
A música é esta.

*

domingo, 1 de abril de 2012

Eu não sei quem foi inventar esta mas...



... numa relação saudável ninguém manda em ninguém. Respeitam-se.


Certo dia um amigo, a propósito deste mesmo tema, disse-me que não queria ter razão. Queria ser feliz.

Questiono-me como é possível alguém ser feliz anulando a sua própria personalidade.

É claro que existem situações em que não vale a pena mantermos uma discussão, mesmo sabendo que temos razão.

Mas tal não significa que deixemos de ser quem somos. Trata-se, apenas e tão só, de uma questão de puro bom senso que deve estar presente em todos os nossos comportamentos e não o deixarmos de ser quem somos numa relação que é tudo menos saudável.

A música? Esta.


Nota - Mas que sabia bem que de vez em quando os homens fizessem o que nós queremoss, lá isso sabia.



E continuando a falar de sensualidade feminina...

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