quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Não é fácil amar. Mas mais difícil é deixarmos partir quem amámos. Mas será, porventura, a maior prova de amor.

Porque estas simples frases dizem aquilo que muitas vezes não temos a coragem de assumir:


" Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci

Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti

E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim

Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...

Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...

Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só"


E fiquem com esta versão. Há músicas assim...soberbas.






Pensamento do dia ...


"Há tantos burros mandando em homens de inteligência,
que ás vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência."

António Aleixo

 
Aleixo, não precisas de pensar muito. Mais do que uma ciência, é um estado de espírito...permanente.
 
 
Agora, falta saber quem são os verdadeiros "burros". Se quem manda, ou de quem de deixa mandar sem questionar.
 
 
 


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pais e Filhos...

Desengane-se quem pensa o contrário.

A vida demonstra-nos que a relação de pais e filhos (quando saudável) é mais ao menos esta:




Imagem recebida por mail


Geralmente aprendemos tarde de mais...


3ª Regra da Vida...


Todos nós já discordámos e/ou tivemos conflitos com alguém.

A postura que cada um de nós assume nestas situações assemelha-se à confecção de um refogado.


Vejamos:


Refogado no ponto - Ou a arte de saber expôr os seus argumentos e, principalmente ouvir:

  • Num tacho colocam a cebola e o azeite e colocam a chama num ponto médio. A cebola e o azeite conjugam-se na perfeição, e demora o tempo ideal até ficar alourado.


Refogado ad eternum - Ou a arte de conseguir ouvir apenas a sua voz:

  • A cebola e o azeite estão no tacho à espera do calor que os vai unir. Mas o calor é tão baixo que o refogado nunca mais fica alourado. Bem se anda com a colher de pau à volta e mexe-se...mexe-se mas andámos ali à voltas e não há meio de alourar. Pensamos de imediato que algo vai mal com a cebola ou com o azeite e acabámos por optar pelo restaurante da esquina que faz refeições "take away".


Refogado queimado - Ou a arte de conseguir falar sem ouvir nada:

  • Agora imaginem que o calor está de tal forma alto que quando vão buscar a colher de pau o refogado...já era. E quando assim é não há volta a dar. Deita-se fora..

Assim, quando não é possível obter um bom refogado mais vale mandar o outro ficar com a batata frita e nós vamos comer a outro lado.

É que, conversas estéreis e sem sentido desgastam e cansam a "minha beleza".


E eis quando...



Em pleno século XXI, e quase dez anos depois de estar na casa actual....

A minha "aldeia" vai ter saneamento básico.

Dos postais ilustrados já não vai constar aqueles tractores pré-históricos e "mal-cheirosos".

Já não há respeito pelo passado, é o que é.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Porque o Natal é quando uma pessoa o quiser...


Eu e os meu colegas de trabalho vamos ter o nosso jantar de natal.

Já aqui escrevi em tempos que me custou imenso abandonar o meu antigo local de trabalho. Não só porque deixei de fazer o que mais gostava em termos profissionais, mas também porque tenho o terrível hábito de me afeiçoar às pessoas com quem trabalho. Gostava do que fazia. Gostava, (e gosto), das pessoas com quem trabalhava.

Mas face ao que aconteceu tinha mesmo que tomar uma atitude mesmo sabendo que iria sair prejudicada.

Assumo, prejudiquei imenso a minha vida pessoal pela entrega ao trabalho. Mas sempre fui assim.

Trabalho desde os meus dezasseis anos. Tive que ter dois empregos para conseguir tirar o meu curso. Trabalhei noites e fins-de-semana. Durante anos não tive férias. Mas consegui tirar o curso que sempre desejei e sem nunca ter reprovado. Essa é uma das minhas vitórias pessoais.

Mas, todos os esforços e trabalho que desenvolvi ao longo de mais de 25 anos foram infrutíferos. Em termos profissionais tenho consciência que a minha carreira terminou em Fevereiro de 2009. E, em nome da minha dignidade, tive que dizer basta e afastar-me. Saí a meu pedido e pelo meu próprio pé.

Ficou a certeza de que fiz um bom trabalho. A certeza que fiz mais do que era exigível a qualquer funcionário. Esta é outra das minhas vitórias pessoais.

E assumi com toda a dignidade as minhas novas funções no novo posto apesar de saber que ele não me realizaria como o anterior.

Mesmo tendo consciência que o nosso trabalho não é reconhecido por muitos e visto com alguma desconfiança por outros,(não é por acaso que somos conhecidos comos os homens de negro), conseguimos criar um grupo coeso, bem disposto e, acima de tudo, solidário. Um grupo que sabe partilhar as vitórias e as derrotas. Um grupo que sabe que a vitória de um é a vitória de todos.

E se Fevereiro de 2009 significou o fim da minha carreira profissional (em termos de progressão e de realização pessoal), também significou o meu crescimento emocional. E, sinceramente, estou bem mais preocupada em recuperar o tempo perdido do que perder tempo em "choros de calimero".

As "árvores morrem de pé" .

E porque o Natal é o reflexo do nosso estado de espírito, podemos, muito bem, festejar o Natal a uma terça-feira,  num dia 17 de Janeiro qualquer.


2ª Regra da Vida




"Para vencer,
naõ precisa de ser o melhor,
ou o mais brilhante, só tem que fazer as coisas certas."

(David J. Liebrman)

Sendo certo que,


" A baixeza é o meio mais certo de alcançar êxito "

(André Suarés)

E quando,

A ambição de chegar mais alto é o mais importante,
os obstáculos não existem porque tudo se vende.
E mesmo o corpo e os afectos têm um preço.
Uns vendem os seus bens mais preciosos por qualquer valor
para chegar rapidamente ao ponto mais alto.
Outros fazem-se caros, demoram um pouco mais, mas lá chegam a acordo.
E depois há "aqueles".
"Aqueles" que têm um preço tão elevado que não existe comprador.
E são estes que dificilmente alcançam o ponto mais alto.
Mas a liberdade é isto mesmo.
Podermos escolher o caminho que queremos.
 (Ni)



segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

1ª Regra da Vida...



Podemos desejar muito uma coisa. 
Podemos, e devemos, lutar de forma incessante mas leal para a obter. 
Mas, por muito que desejemos algo, 
não há nada a fazer quando o destino não deixa.
E, muitas vezes, o destino resume-se 
a estarmos à hora errada, no sítio errado, ou no tempo errado.
O segredo é continuar a caminhar ao encontro do destino...



Da frivolidade racional...



Ou das tais em que, por muito que nos custe, temos que dar razão.

Porque vivemos numa sociedade em que o parecer é bem melhor do que ser.

Porque vivemos numa sociedade em que se reconhece inteligência a quem nega amanhã o que é hoje.

Porque de animais vertebrados já são poucos aqueles que têm mais do que o nome, porque a "coluna vertebral" há muito que se partiu.


E não me canso de ouvir estes meninos, (apesar de...)

E a frase mais repetida foi...


Há alguém que consiga adivinhar qual a frase mais repetida pelas duas amigas durante a noite de sábado na tal "saída de gajas"?


Uma ajuda: obviamente, tem a ver com homens.


Nota - E Jorge Palma esteve no seu melhor.



Baú de Recordações...

E do baú retirei hoje algumas latas e caixas antigas.











A música também é antiga e é interpretada pela "doida da altura", Suzy Quatro, e pelo Chris Norman (e pensar que tive uma paixão assolapada por ele, bem visível pelas fotos que povoavam os meus cadernos). A minha mãe é que não achava piada nenhuma e dizia que eu só gostava de "drogados" e "gadelhudos" (e ela nem imaginava que eu gostava dos Kiss e dos AC/DC).

domingo, 15 de janeiro de 2012

Desafio




O Pestinha pregou-me a partida e aqui estou eu a responder ao desafio que tem por objectivo desvendar um pouco daquilo que somos.

Aqui vai:


1) Nome da minha música favorita: Não tenho uma música favorita. Tenho muitas.

2) Nome da minha sobremesa favorita: Leite creme queimado (à moda antiga, claro está).

3) O que me tira do sério ? Tanta coisa. Escolher uma? “Chulice” – uma das qualidades que muitos portugueses têm, também conhecido por  “xico esperto”.

4) Quando estou chateada... Um passeio à beira-mar a ouvir música.

5) Qual o meu animal de estimação favorito ? Peixes, claro.

6) Preto ou branco ? Preto

7) Maior medo ? Perder quem amo.

8) Atitude quotidiana: Respeitar o outro.

9) O que é perfeito ? Ver as minhas filhas felizes.

10) Culpa? Estar sempre disponível para quem não merece (depois fico a remoer e a dizer para mim mesma que sou uma valente besta).


Sete factos aleatórios sobre mim:

1)Já fui autora de uma lei (que ainda está em vigor e já vão alguns aninhos).

2) Não sei lidar com a indiferença.

3) Gosto do pôr-do-sol e de estar junto ao mar bem agarradinha.

4) Quando era pequena queria ser arqueóloga e desvendar os segredos de Pompeia.

5) Fui jogadora federada de basquetebol e joguei durante cinco anos râguebi (e era boa como o caraças a placar os rapazes).

6) Já escrevi um livro de poemas.

7) Já fui locutora de rádio, apresentadora de espectáculos e fiz teatro.


Agora teria que oferecer este desafio a alguém. Mas quem me conhece sabe que nesta matéria não sigo à risca as regras.

Assim, este desafio é para todos aqueles que me seguem.
Para os cumpridores das regras, elas aqui ficam:

1) mandar o link para a pessoa que nos ofereceu;
2) preencher o formulário com as perguntas;
3) oferecer a 10 blogs e informá-los por comentário ou e-mail
4) partilhar 7 pensamentos aleatórios sobre nós  



 *

sábado, 14 de janeiro de 2012

Tem dias...

Uma das desvantagens de estarmos "" é que pensamos naquilo que não devemos. E quando digo "não devemos", não é porque esteja errado ou seja mau. Apenas porque, pura e simplesmente, não nos faz bem e não adianta para coisa alguma. 
Porque há coisas que temos que ter a coragem de empacotar, armazenar e...avançar. Porque não adianta estarmos presos ao passado. Mas sempre me acontece isto quando as situações ficam por resolver. Quando as coisas acontecem sem explicação. E eu sempre tive que encontrar uma justificação para tudo. Eterna mania que não leva a lado nenhum. Mas é difícil avançar quando o passado não está resolvido. É como viver constantemente no limbo.
Já aqui escrevi que seria bom que a vida fosse como as estrelas. Elas aparecem e desaparecem mas sabemos que estão lá. Sabemos que no dia seguinte as vamos encontrar e quando elas desaparecem para sempre sabemos porquê.

E há dias assim, (outros serão melhores porque a estrela mãe nasce todos os dias).





E hoje é o tal dia...



" ...dá cabo dos teus desenganos não queiras ver quem eu não sou,
fiz tudo para sobreviver, no fundo para te merecer,
fiz de você o meu herói, sei que não soube às vezes entender o teu olhar,
mas quero-te bem,(...) onde só queres ser feliz, (...) tudo que senti
partilhei contigo... só não entendi o teu olhar...seja como for...quero-te bem..."



Com a filhota mais pequena em casa de uma amiga e o homem cá de casa  a estudar com os colegas (ora aqui está uma bela desculpa para estar um sábado fora de casa), este é o famigerado dia que a minha amiga decidiu de apelidar "saída de gajas" e que se limita a irmos jantar e ver este menino.



 


 

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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso