Um casal foi entrevistado num programa de TV porque estava casado há 50 anos e nunca tinha discutido.
O repórter, curioso, pergunta ao homem:
- Mas você nunca discutiram mesmo?
- Não.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de estimação que amava muito. Era a criatura que ele mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez questão de levar a gatinha. Andamos, passeamos, nos divertimos e a gatinha sempre connosco, um certo dia a gatinha mordeu minha esposa. A minha esposa olhou bem para a gatinha e disse:
"- Um."
Algum tempo depois a danada da gatinha mordeu minha esposa novamente.
A minha esposa olhou para a gatinha e disse:
"- Dois."
Na terceira vez que a gatinha mordeu, minha esposa sacou uma espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha.
Eu fiquei apavorado e perguntei:
- "Sua ignorante desalmada, porque é que tu fizeste uma coisa dessas mulher?"
Quando a erva parece mais verde do outro lado da cerca
...por vezes ocorre que metes a cabeça demasiado para experimentar...e quando te dás conta de que estás numa situação da qual é difícil saír, há algo que deves sempre recordar...
"Só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame,
não significa que esse alguém não o ama com tudo que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso." William Shakespeare
Desculpa lá Shakespeare mas em que medida é que essa conclusão contribui para a felicidade das pessoas?
É por essas e por outras que Romeu e Julieta nunca podia ter acabado bem...
Há cerca de três semanas recebi na minha casita o Paulo Lontro e respectiva família e a Missanguita para uma churrascada.
No dia seguinte fui confrontada com este post da Missanguita, em que ela descrimina alguns dos objectos que utilizo na cozinha, como este:
ou este:
ou, ainda, este:
Minha querida Missanguita, é só para te dizer que já comprei mais alguns objectos "esquisitos" para a tua próxima visita.
E não penses que comprei a máquina de quebrar gelo para as caipirinhas divinais que fizeste. É que me deu um prazer desgraçado ver-te a "martelar" o gelo.
Eu não preciso de ti. Tu não precisas de mim. Mas, se tu me cativares, e se eu te cativar... Ambos precisaremos, um do outro. A gente só conhece bem as coisas que cativou. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas! Antoine de Saint-Exupéry
Antoine, sabes que até gosto de ti. És de leitura obrigatória. Muitos de nós até utilizam frases tuas . Muitos, inclusive, dizem a mesma coisa que tu, mas por palavras próprias.
Mas, com a mesma honestidade intelectual que dediquei a ler o principezinho, deixa-me dizer-te que são tudo balelas. As palavras ditas e escritas são apenas para consumo imediato esperando que fiquem algures esquecidas na memória.
Pela simples razão que poderia atribuir às alterações hormonais o facto de chorar por tudo ou por nada.
Sinceramente...uma gaja com 44 anos chorar por tudo ou por nada é absolutamente ridículo, apesar dos olhos ficarem com um tom bonito...
Adenda:
Catarina, aqui fica a letra desta canção:
Did we take away the daylight from our life? Dreams are over, faded with the night We've been here so long, didn't we see the way Love grown cold as ice melted with the rain After all these years Can't believe it's true Is it really over After all that we've been through? I need you here To take away the pain I just want to be with you again
Did you see the way We broke the things we made Gone forever, never be the same Torn away on "silver wings" Love like lightning ended in the rain After all this time You're still the only one Can't be over, all we've said and done
I need you back To take away the pain I just want to be with you again
I need you back To take away the pain I just want to be with you again
O primeiro é correio sentimental, isto é, pessoas que estão convencidas que eu posso ajudá-las a conquistar a pessoa amada. Raios me partam se eu consigo entender porquê. Mas, a verdade, é que os pedidos vão-se acumulando pelo que irei começar a responder. Contudo, não responderei a pedidos de anónimos pelo que inventem um nick, inventem um nome, o que quiserem. Vou tentar, ainda hoje, responder a um desses pedidos.
O segundo tipo de mensagens prende-se com desafios para responder a questionários. Nunca fugi a nenhum desafio.
Hoje respondo a um deles. Quem quiser responder, estejam à vontade.
01 - Nome? Ni
02 - Tatuagens? Não tenho.
03- Piercings? O meu pai costumava dizer que o ser humano já nascia com todos os buracos que precisava para ser feliz.
04 - Já foi à África? Marrocos fica em África, não fica?
05 - Já ficou bêbado? Já aqui confessei que apanhei apenas uma bebedeira. Foi na minha noite de núpcias.
06- Já chorou por alguém? Só os armados em parvos nunca choraram.
07- Já esteve envolvido em algum acidente de carro? Já. Mas sem consequências de maior.
08 - Peixe ou carne? O que vier ao prato.
9- Música preferida? Desde que seja boa música...
10- Cerveja ou Champanhe? Ambas. São as minhas bebidas preferidas.
11 - Metade cheio ou Metade vazio? Como em tudo na vida gosto do meio termo.
12 - Lençóis de cama lisos ou estampados? Os de baixo lisos, os de cima estampados.
13- Filme preferido:
Está quase a chegar a hora do almoço e tenho uma reunião da parte da tarde pelo que tenho que acabar este post em poucos minutos...
14 - Flores:
Tulipas.
15 - Coca-Cola simples ou com gelo?
Não aprecio coca-cola. Mas deito uma abaixo com rum.
16- Quem dos teus amigos vive mais longe?
Não sei se tenho
17 - Quem você acha que vai responder a esse e-mail mais rápido? Quem tiver a mesma pachorra que eu...
18 - Quantas vezes você deixa tocar o telefone/telemóvel antes de atender?
É muito raro ligarem-me para o telemóvel pelo que quando ele toca muitas vezes nem sei que é o meu e deixo tocar...
19 - Qual a figura do seu mouse-pad? A minha cara é que não é.
20 - Pior sentimento do mundo? Podem ser dois? Traição e maledicência.
21 - Melhor sentimento do mundo?
Amizade.
22 - O que uma pessoa não pode ter para ficar com você? Indiferença.
23- Qual o primeiro pensamento ao acordar? Se passo as noites em claro dificilmente acordo...
24- Qual o último pensamento antes de dormir? Dava-me jeito dormir umas horitas.
25 - Se pudesse ser outra pessoa, quem seria? Uma gaja com um bocadinho de sorte.
26 - O que você nunca tira? Dinheiro ao jogo.
27 - O que você tem debaixo da cama?
O chão com algum pó. 28 - Qual a pessoa que talvez não responda a este desafio? Estou a pensar numa mas não digo.
29 - Aquele que com certeza vai responder? Não faço a mínima ideia e, acreditem, não estou minimamente preocupada.
30 - Quem gostarias que respondesse?
Não digo.
31 - Qual o livro que estás a ler? Nenhum. Ontem acabei de ler um da sabrina e hoje começo outro da bianca, sabrina ou afim. Vai dar tudo ao mesmo. A minha cara-metade está a ler a Arte da Guerra. Não sei se é bom ou mau sinal.
33 - Características tuas:
Perita em afastar pessoas.
34 - Decepções que tiveste ao longo da vida: Já disse que tenho que ir almoçar daqui a pouco.
35 - Lugares em que morei: Porto, Gaia e Santa Maria da Feira.
36 - Programas de TV que assistias quando criança: Pipi das meias altas; Verão Azul, Os pequenos Vagabundos; Sandokan, Heidi, etc.
37 - Programas de TV que assisto hoje? Séries do AXN e Fox e filmes.
38 - Formas diferentes que me chamam: Nani, Ni e já me chamaram Nina.
39 - Pessoas que me mandam e-mail quase todos os dias? Não reparo nisso.
41- Comidas Favoritas:
Comida portuguesa.
42 - Lugar em que desejaria estar agora:
À beira-mar.
43 - Espero que este ano eu possa: Desaparecer.
Foi com a série "Norte-Sul", uma das melhores séries de televisão, que conheci o actor Patrick Swaize.
Mas ficaria conhecido com as suas participações em «Dirty Dancing» e «Ghost».
Para além de actor era um excelente bailarino e também cantava, como este tema:
A maior virtude da solidão é permitir a perda de algumas gramas pela ausência de fome
Só para que conste, odeio-me, detesto-me quando começo com essa grande parvoíce de chorar. Mas há limites para tudo. E eu acho que atingi o meu limite de luta contra a maré.
Uma das notícias que me esperava no regresso de férias foi agradável.
Uma das quarentonas do grupo namorava com um daqueles trintões que logo pela manhã alegram o ambiente.
E fazem um casal bonito, em que a diferença de idades não é barreira.
Não sei se a relação vai durar ou não.
Apenas digo que gozem o mais possível. Aproveitem todos os instantes para namorar. Afinal, no deve e haver da vida apenas nos restam pequenos e fugazes instantes que nos fazem pensar que, para alguns, a felicidade é possível.
É errado termos como certo que o barco onde navegamos é estável. Uma mudança brusca dos ventos pode alterar, irremediávelmente, o nosso rumo.
Num casamento não me assusta a distância nem as eventuais discussões que possam existir desde que as pedras basilares existam: a amizade e o respeito.
Pessoalmente tenho inúmeras discussões com a minha cara-metade.
Mas sempre entendi isso como um confronto de pensamentos. Cada elemento do casal tem uma história, uma vivência e uma personalidade distintas antes de se casar e não podemos pretender mudar a essência de cada um. Seria, para além de mais, uma violação da própria personalidade.
Já me assusta, ou melhor, considero muito mau sinal, a indiferença e a ausência do "namoro". Um casal precisa de um tempo para si. Precisa de parar de vez em quando com a rotina do dia-a-dia, de se afastar dos filhos e ter um tempo para eles. De falarem, de se tocarem como se fosse a primeira vez. Quando um casal perde esta capacidade o casamento deixa de fazer sentido. A indiferença ocupa o lugar da amizade e do respeito. A indiferença é incompatível com a amizade. Manifesta-se com a ausência de partilha e com decisões individuais. A única coisa que eventalmente os une são os filhos se eles existirem.
Vem isto a propósito de uma cena deste fim-de-semana a que assisti. Dois casais estavam juntos. Um deles estava a namorar. A mulher do doutro casal dá a mão ao marido mas passados alguns metros ele retira a mão e afasta-se um pouco, até que se vira para a mulher e exclama "Vamos embora? Não viemos para servir de vela".
Confesso que o meu olhar fixou-se no olhar magoado e triste da mulher. Vi algumas lágrimas cairem pela face dela.
Recordo-me que o termo "vela" ou "vassoura" era utilizado quando uma pessoa, sem par, ia num grupo de casais.
Na minha adolescência não gostava de servir de "vela" pelo que recusava muitos convites para sair.
Mas no caso a que assisti eles eram casados. Têm, concerteza, uma vida em comum. Como é que um casal pode ser vela de outro? Ele podia optar por dar a mão ou um carinho à mulher. Mas não...
Posso estar enganada mas naquele casamento a indiferença é rainha.
Pelo menos foi o título que eu pensei para o primeiro dia do Red Bull Air Race.
É que perdi a conta às vezes que os pórticos insufláveis da TMN foram literalmente esventrados. Cá para mim a Vodafone pagou bem aos pilotos.
Não me perguntem pelos resultados porque no local onde estava não tínhamos acesso a tal informação. Mas tínhamos, porventura, a melhor visão do espectáculo. A serra do pilar é, de facto, um local privilegiado para assistir.
Amanhã não vou. Quer se queira quer não na televisão conseguimos acompanhar melhor a competição.
Até para o ano
Nota - Para além de conseguir trazer uns bonés, uns leques e outros artefactos, ainda consegui arranjar uma caixa de comprimidos para as minhas pernas cansaditas.