domingo, 8 de março de 2009

Porque hoje me apetece....



Relembrar uma frase de um dos meus fimes de eleição, "Notthing Hill":


"After all...I'm just a girl, standing in front of a boy, asking him to love her."


E vocês? Têm alguma frase/deixa de um filme que gostem?

Violência sobre as Mulheres


No ano passado escrevi que ficaria feliz quando não houvesse necessidade de existir o "Dia Internacional da Mulher" pois tal significaria que a igualdade de oportunidades era uma realidade.



Infelizmente, no último ano não só se assistiu a um aumento das desigualdades (basta ver quem são os mais afectados pelo desemprego), como se constata um aumento de casos limite de violência doméstica .


É, pois, oportuno, recordar o Relatório da AMNISTIA INTERNACIONAL sobre a violência doméstica em Portugal publicado em 24 de Janeiro de 2007, apenas e tão só, porque se mantém perfeitamente actual.


«Mulheres (In)Visíveis
A AI Portugal lançou no dia 2 de Outubro de 2006, o Relatório «Mulheres (In)Visíveis», integrado na Campanha Internacional “Acabar com a Violência Sobre as Mulheres”, e que procurou recolher os dados nacionais disponíveis sobre as violações dos direitos humanos das mulheres em Portugal.


Esta pesquisa coloca o problema da violência doméstica como o mais grave e persistente crime silencioso a que as mulheres estão sujeitas, na medida em que se tomou consciência que os dados apresentados são apenas a ponta do iceberg. Como tal a AI considera inadiável alertar, investigar, e cooperar no âmbito deste fenómeno.Com este relatório a AI Portugal lança as suas bases de trabalho no contexto do combate à violência doméstica, iniciando assim um projecto que visa dar um contributo para a erradicação deste problema.


Esta investigação permitiu perceber que:



1. Tem sido desenvolvidos esforços no sentido de providenciar formação adequada por parte dos órgãos policiais, em parceria com ONGs que lidam com estes problemas, para um mais eficaz acompanhamento das vitimas;
2. Existe uma grande dificuldade em obter dados concretos no que diz respeito à quantidade de casas-abrigo em funcionamento no país. No entanto, é apontado frequentemente pelas entidades/organizações que lidam com este assunto, a inexistência de um número suficiente para fazer face aos casos de violência doméstica, assim como uma lacuna na abrangência do total do território nacional. Além disso, a gestão e os critérios de aceitação das vítimas são pouco claros, na medida em que não são comuns;
3. Os casos totais divulgados aumentaram de 2004 para 2005. No entanto este aumento pode não reflectir o aumento de casos de facto, mas a sensibilização da sociedade em geral e a possibilidade de qualquer pessoa poder fazer uma queixa desta natureza, visto ter passado a ser considerado crime público;
4. O grau de parentesco entre a vítima/agressor é maioritariamente o de cônjuge – 57% a 87% dos casos verificados;
5. Os distritos que apresentam maiores ocorrências são Lisboa e Porto, o que pode significar não uma maior incidência nestes distritos, mas uma maior sensibilização e/ou informação das populações;
6. Os crimes mais frequentes são a Ofensa à Integridade Física e os Maus-Tratos Psicológicos;
7. Pela análise das estatísticas divulgadas pelas autoridades, verifica-se que em média, em 10% dos casos de violência doméstica, são utilizadas armas de vários tipos, incluindo armas de fogo.
8. A forma mais recorrente na violência doméstica é a violência física de facto, com o uso de murros e pontapés. A coacção, as ameaças e a difamação são também preocupantemente recorrentes;
9. As mulheres vítimas de violência continuam a dirigir-se mais frequentemente a ONG’s, do que a apresentar queixa oficial nos órgãos policiais.»

sexta-feira, 6 de março de 2009

Pensamento para o fim-de-semana...



Sentimos saudade de certos momentos da nossa vida e

de certas pessoas que passaram por ela.

Carlos Drummond de Andrade


E vocês? Sentem saudade de algum momento ou de alguém?


quinta-feira, 5 de março de 2009

Vou desabafar...




Porquê?


1 - Cheguei agora a casa o que contabiliza 13 horas no gabinete a fazer um parecer (retirando os minutos que perdi nos blogues mas isso não interessa nada);


2 - O raio da gripe não me larga, apesar das doses industriais de Ilvicos, Antigripines e afins. Cá para mim são feitos de farinha e água;


3 - Está um frio de rachar;

4 - As minhas plaquetas ou começam a fazer o trabalho delas ou dou-lhes um arraial de porrada;

5 - As minhas hormonas ou ficam quietinhas ou não respondo pelas consequências.

Desabafei...



Porque me pediram...e estou numa maratona aqui no trabalho

Aqui fica a letra do tema que se ouve de fundo:


Are those your eyes
Is that your smile
Ive been looking at you forever
Yet I never saw you before
Are these your hands holding mine
Now I wonder how I could have been so blind
And for the first time I am looking in your eyes
For the first time Im seeing who you are
I cant believe how much I see
When youre looking back at me
Now I understand what love is, love is
For the first time

Can this be real
Can this be true
Am I the person I was this morning
And are you the same you
Its all so strange
How can it be
All along this love was right in front of me
And for the first time I am looking in your eyes
For the first time Im seeing who you are
I cant believe how much I see
When youre looking back at me
Now I understand what love is, love is
For the first time

Such a long time ago I had given up
On finding this emotion ever again
But youre here with me now
Yes I found you somehow
And Ive never been so sure
And for the first time I am looking in your eyes
For the first time Im seeing who you are
Cant believe how much I see
When youre looking back at me
Now I understand what love is, love is
For the first time
For the first time




Para a semana, em dia indeterminado, faço anos.

Sempre gostei do meu dia de anos e ficava contente quando as pessoas se recordavam desse dia.

Ontem, ao receber uma prenda de anos adiantada dei por mim a pensar que vão ser 44 anos e, pela primeira vez, visualizei claramente que faltam seis anos para atingir meio século de vida.

Porra!

Mas eu não me sinto com essa idade. Nem de longe nem de perto. Tudo bem, a carinha e o corpo já apresentam as cicatrizes da vida mas o meu espírito recusa-se a acompanhar os efeitos das estações sucessivas.

Acho que o melhor mesmo é não estar cá para a semana!...



quarta-feira, 4 de março de 2009

A que cidade pertenço....

Já que estamos em maré de testes, aqui vai outro que fui "pescar" à Gugui.





You Belong in Dublin



Friendly and down to earth, you want to enjoy Europe without snobbery or pretensions.

You're the perfect person to go wild on a pub crawl... or enjoy a quiet bike ride through the old part of town.

Abobrinha, junto-me a ti e à Boop...





Faça você também Que
gênio-louco é você?
Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia


Será que cada um de nós é Poeta?


A Abobrinha, a propósito do dia dos namorados lançou um desafio que consistia em escrever uma quadra que fizesse corar quem inventou o dia dos namorados.


O objectivo foi amplamente ultrapassado. Os participantes demonstraram todo o sentido de humor típico de um bom português.


Copiando a ideia (qualquer dia a Abobrinha coloca-me um processo por plágio), vou lançar um desafio mas com um objectivo diferente. Será que cada um de nós é um verdadeiro Poeta e consegue escrever frases únicas que demonstrem os nossos sentimentos?


Platão afirmou:


“Não há ninguém, mesmo sem cultura,

que não se torne poeta

quando o Amor toma conta dele”


Devo confessar que em 44 anos nunca me escreveram uma carta de amor e/ou um poema. Acredito que devo ser das poucas mulheres da minha geração a quem isto aconteceu.


Mas, na verdade, o ser humano não se atreve a dizer o que sente. Seja por timidez ou porque o mundo dos afectos é tão complicado que muitas vezes somos incapazes de nos expressar.


Daí o desafio.


Toca a perder a timidez e escrevam aqui um poema ou uma quadra que gostariam de escrever à pessoa que amam. Se não amam, inventem...


Depois votaremos na melhor.


terça-feira, 3 de março de 2009

Carolina Salgado deixa de ser protagonista!

Hoje tem sido um dia bastante movimentado bem perto do meu estaminé.

As televisões conseguem esta proeza. Arrastam multidões ávidas de aparecerem na abertura dos noticiários.

Então quando os protagonistas são Pinto da Costa e Carolina Salgado...

Mas, pelos vistos, houve alguém que decidiu ter mais protagonismo que os outros e, vai daí, lembra-se de espetar uma valente bofetada, é o que dizem, na pobre Carolina Salgado.

Essa vai ser a notícia do dia. Qual crise, qual quê...

O processo? Também não interessa nada mas diz respeito a um caso de corrupção desportiva e reporta-se ao encontro Beira Mar-FC Porto, da 31ª jornada da Superliga de 2003/2004, que foi realizado em 18 de Abril de 2004, o qual terminou com um empate sem golos.

O processo até pode não dar em nada mas não fica a branco:

Anónimo prestes a saltar para a ribalta 1 - Carolina Salgado 0


É oficial...


1. Estou sem inspiração para escrever (a não ser para dizer disparates).

2. Estou a começar a detestar este mês e ainda só vamos no terceiro dia.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Estou a modos de...




Desistir!

Pergunto: não será sinal de estupidez continuar a lutar contra a maré quando a vida há quase 44 anos nos vem dizendo que não vamos a lado nenhum?


O Sexo e a Cidade

Segui o exemplo da Abobrinha, fiz o teste e, pelos vistos, em matéria de identificação com a personagem do Sexo e da Cidade somos parecidas.



"Você até é muito descontraída e divertida, mas no que diz respeito às relações gosta de sentir compromisso e seriedade. Ainda pensa muito no passado e isso impede-a de andar para a frente. É inteligente mas deixa-se levar pelo coração."

Relativamente ao teste devo dizer que só não acertou em cheio porque não sou pessoa de ficar presa no passado. É verdade que o passado é responsável por aquilo que hoje sou mas tal nunca me impediu de andar para a frente. Aliás, é o meu passado que me impele a andar para a frente apesar de estar sempre a cair...

domingo, 1 de março de 2009

Porque hoje me apetece recordar Milan Kundera


"E o que me mata é olhar no fundo dos seus olhos e ver neles o mesmo brilho, a mesma leveza, e sentir o seu sorriso me dizendo, entrelinhas, pra esperar, que a nossa história louca e mal escrita não acabou.

É o que me mata e me dá vida. E a ternura que eu sinto a cada vez que você me olha e sorri, o seu carinho, a importância que eu tenho na sua vida, esse sentimento maluco que você tem por mim e não sabe nem o que é, isso tudo se confunde com o amor que eu preciso tanto que você sinta. Mas eu sei, eu sei que não é amor. E você também sabe. Talvez seja por isso que você me mantém sempre por perto, porque você precisa do meu carinho para alimentar o seu vazio e te trazer paz por algum tempo, mas não me mantém do seu lado, porque para caminhar junto é preciso amor demais. E é nessa que a gente vai seguindo. E mesmo distante você precisa sentir que eu estou por perto e te acompanho de longe, que eu ainda te espero, porque você se sente seguro, porque você sabe que eu vou estar lá quando você cair, com o meu carinho e a minha paz."
Milan Kundera

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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso