Para os curiosos aqui está a fotografia de família. Tentem adivinhar quem é quem.
Quanto ao argumento do filme, esse podem seguir a passo e passo no Blog do Requiem.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
«Amar é ser feliz?»
"Quanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida.
Aprendi que ser amado não é nada,enquanto amar é tudo.
O dinheiro não era nada,o poder não era nada. Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder,e mesmo assim era infeliz.
A beleza não era nada. Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.
Também a saúde não contava tanto assim. Cada um tem a saúde que sente. Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.
A felicidade é amor, só isto. Feliz é quem sabe amar. Feliz é quem pode amar muito.
Mas amar e desejar não é a mesma coisa.
O amor é o desejo que atingiu a sabedoria. O amor não quer possuir. O amor quer somente amar."
Como sabem realizou-se este fim-de-semana o 1º Jantar Blogueiro de uns quantos Estarolas.
Impunha-se que se colocasse um post a descrever tudo o que se passou.
Confesso que ainda não consegui recuperar.
Mais, não sei o que dizer.
Apenas sei que o Requiem vai aproveitar os factos ocorridos para escrever uma novela e propor à TVI a sua dramatização.
A Cristina ameaça publicar fotografias comprometedoras do Requiem como represália.
Quanto a mim, prometo que colocarei um post de jeito sobre o 1º Jantar Blogueiro mas primeiro tenho que me recuperar daquela visão de um indivíduo com cerca de 1.80, brinco na orelha, sapatos brancos e colete com bordados e lantejoulas.
Pensador e Sadeek, nunca vos perdoarei o facto de me terem deixado sozinha perto de uma base aérea.
Nota - Estava para colocar uma música em homenagem ao menino dos sapatos brancos mas continuo em estado de choque. É melhor colocar um tema calmo para me recuperar aos poucos.
Fiquem descansados, não vou perguntar se já trairam o vosso parceiro.
Todos concordaremos que a infidelidade, quando descoberta, tem as suas consequências, as quais podem conduzir ao fim de um relacionamento porquanto gera sentimentos de insegurança e desconsidera a pessoa atingida pela traição.
Será que, no nosso íntimo, queremos saber que fomos traídos? Ou, pelo contrário, mesmo suspeitando preferimos pensar que está tudo bem?
Preferimos saber pelo nosso parceiro de que ele nos traiu? Ou, pelo contrário, preferimos saber por terceiros?
E se soubermos? Qual é a nossa reacção?
Conversamos e perdoamos?
Não damos hipóteses a qualquer desculpa e terminamos a relação?